Marcela Ribeiro
Mãe do Francisco

Thaila Ayala destaca importância de resgatar o lado mulher na maternidade: "Jogo de cintura"

Atirz é mãe de Francisco, de seis meses, fruto do seu casamento com Renato Góes: "A gente ainda é muito uma pessoa só"


Thaila Ayala, maquiada, com o cabelo preso, sentada, com as pernas cruzadas e um copo de bebida na mão
Thaila Ayala fala sobre a importância de resgatar o lado mulher na maternidade - Reprodução/Instagram

Mãe de Francisco, seis meses, Thaila Ayala tem tentado aos poucos mostrar a realidade da maternidade em suas redes sociais. Recentemente, ela fez um desabafo no Instagram falando sobre como se sente ao ver mulheres mandando fotos nuas para seu marido, Renato Góes, ainda mais neste momento de puerpério, quando a mulher fica mais sensível até por questões hormonais.

"No vídeo, falei tudo que desejava. Não tenho mais nada a acrescentar sobre o assunto", disse ela ao NaTelinha. A atriz conta de que forma tenta equilibrar seu lado mãe e mulher até para que não se esqueça dela e também dê atenção ao casamento.

"Minha maior dificuldade mesmo foi a gravidez, foi esse período de depressão durante a gravidez. Meu puerpério foi tranquilo em relação à minha gravidez. A minha amamentação foi difícil, eu tive mastite, ducto obstruído... Mas ainda assim acho que minha gravidez foi mais difícil que o meu puerpério. E acho que agora estou em um momento muito de entender onde o Francisco termina e eu começo, onde ele começa e eu termino", analisa.

Ela conta que ainda vê o filho como parte dela:

"A gente ainda é muito uma pessoa só. Tem sido muito difícil também buscar quem eu, Thaila, sou nesse momento, como me colocar no meu trabalho novamente, como administrar o meu tempo com ele. Está sendo um jogo de cintura aqui. Mas nada comparado a minha gravidez", conta ela que teve depressão durante a gestação.

Thaila diz que maternidade mudou sua vida de "todas as formas possíveis"

A atriz enxerga a maternidade como uma mudança radical em sua vida. "De todas as possíveis formas. Mudou tudo. Quando dizem que com um filho nasce uma mãe, não só no sentido de a mulher se tornar mãe, é porque realmente é uma transformação enorme em todos os sentidos, em todos os aspectos. Mudou meu jeito de vestir, mudou meu jeito de pensar, mudaram meus sonhos, minha personalidade, meus medos. Tudo muda constantemente", diz.

O nascimento de Francisco é considerado a experiência mais transformadora que está passando na vida toda e uma alegria imensa. "Sou completamente apaixonada por ele. Ele é uma criança feliz, acorda sorrindo, vai dormir sorrindo. É um privilégio ser mãe dele. Acho de uma enorme, gigantesca responsabilidade criar um filho nos dias de hoje. Acho que a transformação do mundo depende dos pais de hoje", opina ela, que preocupa-se em criar um menino em uma sociedade ainda tão machista.

Thaila cita ainda a responsabilidade grande que é criar os filhos neste novo mundo que a sociedade quer ver.

"Pretendo criá-lo de uma forma extremamente livre para ele ser quem ele quiser, do jeito que ele quiser. A coisa mais importante que eu quero conseguir passar para ele é o respeito com o ser humano, com a natureza, acima de tudo. Acho que tudo começa pelo respeito".

Thaila Ayala assina roteiro de filme lançado em produtora criada com Renato Góes

Thaila Ayala destaca importância de resgatar o lado mulher na maternidade: \"Jogo de cintura\"

Além de atuar, ela acaba de assinar o roteiro do filme "Inverno", primeiro longa da Cachoeira Filmes, produtora que criada por ela e Renato Góes.

"É um filho nosso também. Foi um projeto que vivemos intensamente. Ele foi rodado na nossa casa, nós produzimos, eu assino o roteiro com o Paulo Fontenelle. É realmente um filme muito especial para nós dois. É também a primeira vez que nós dois trabalhamos juntos diante das câmeras. Além de "Inverno",que lançamos recentemente, ainda tem o filme "O Garoto" para estrear. Já estou com outro projeto fechado: o filme "Connor e Sônia", que será rodado em Londres e na Ilha da Madeira", antecipa.

Ela conta que gosta de se envolver em outras áreas de produção e pretende conciliar com a carreira de atriz.

"Gosto de produzir, tinha muita vontade de escrever um roteiro também. Acho que quanto mais a gente se envolve nas outras partes, mais entende o todo e também o nosso papel como atriz dentro de cada projeto. Para mim, isso enriquece muito o trabalho. Afinal, dá um outro olhar".

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