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Luto

Comentarista do Oscar, jornalista Arthur Xexéo morre aos 69 anos

Ele foi vitimado por um linfoma

Arthur Xexéo, de lado, posa para foto, com óculos e sorrindo
Arthur Xexéo morreu neste domingo, aos 69 anos - Foto: Divulgação
Redação NT

Publicado em 27/06/2021 às 21:10:51

O jornalista Arthur Xexéo morreu neste domingo (27), aos 69 anos, vítima de um linfoma. Escritor, ele era, além de crítico de TV e de entretenimento, um dos comentaristas do Oscar na Globo, além de já ter participado de projetos de dramaturgia. Ele estava internado no Rio de Janeiro para o tratamento quando morreu e a notícia foi confirmada pelo GloboNews e pelo Fantástico.

Xexéo era muito conhecido no meio e acumulava amigos, como Miguel Falabella, com quem chegou a trabalhar, como no musical Xanadu, que foi traduzido por ele e teve a direção do ator e roteirista, que deixou a Globo recentemente. Quem também trabalhou com ele, na profissão de jornalista, foi Ancelmo Gois, que falou sobre a morte em suas redes sociais. "Vai deixar uma saudade profunda neste colunista, que teve o privilégio de trabalhar com Xexéo em Veja, Jornal do Brasil e O Globo. Além de contar com a sua generosa amizade. Ao seu companheiro Paulo, uma solidariedade profunda", escreveu.

O jornalista esteve por vários anos como um dos comentaristas do Oscar para a Globo e, recentemente, para o Globoplay, ao lado de Dira Paes e da apresentadora Maria Beltrão que, aliás, entrou ao vivo no GloboNews para comentar a morte do colega. Enquanto comentava o ocorrido, ela acabou não resistindo e caiu nas lágrimas, se emocionando pela tristeza e também surpresa do ocorrido.

Arthur Xexéo

Além de jornalista e crítico de entretenimento, Arthur Xexéo era escritor e publicou diversos livros, inclusive sobre sua paixão pelo futebol, como foi o caso de O Torcedor Acidental (Rocco, 2010). Mas ele também ficou marcado por trabalhar em biografias, tendo escrito em 1996 a obra Janete Clair - a usineira dos sonhos (Relumbe Dumara), contando a trajetória de um dos principais nomes da telenovela no Brasil.

Mais de 20 anos depois, ele voltou ao formato ao escrever Hebe: a biografia (Best Seller, 2017), ainda antes da Globo ter produzido a minissérie que mostraria a trajetória de vida da apresentadora.

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