Quarta Parede

Além de O Cravo e a Rosa: 10 novelas menos batidas para nova faixa de reprises na Globo

Sucesso de Walcyr Carrasco entra no ar pela quinta vez, enquanto emissora mantém na gaveta títulos pouco ou nunca reprisados

Com Eduardo Moscovis e Adriana Esteves nos papéis principais, O Cravo e a Rosa será exibida pela quarta vez na Globo, além de já ter tido reprise no Viva - Foto: Reprodução/Globo
Por Walter Felix

Publicado em 28/11/2021 às 11:01:00,
atualizado em 28/11/2021 às 13:54:29

Sucesso de Walcyr Carrasco, O Cravo e a Rosa (2000) entra no ar pela quinta vez a partir de 6 de dezembro, em uma nova faixa de reprises na programação da Globo, entre o Jornal Hoje e a Sessão da Tarde, focada em produções das 18h e das 19h. Além da exibição original, a novela de Catarina (Adriana Esteves) e Petruchio (Eduardo Moscovis) já passou duas vezes no Vale a Pena Ver de Novo (em 2003 e 2013) e uma no canal Viva (em 2019).

Uma frequência de exibição exagerada para uma produção de apenas 21 anos, também já disponibilizada para assinantes do Globoplay. Após essa reexibição, a emissora deve apostar em outros títulos que também já foram apresentados muitas vezes, como Chocolate com Pimenta (2003) e Da Cor do Pecado (2004), deixando outras boas histórias na gaveta.

Confira, a seguir, sugestões de 10 novelas menos batidas que poderiam ser acionadas para a nova faixa de reprises nas tardes da Globo:

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História de Amor (1995)

Seria uma boa pedida, já que as reprises de Por Amor (1997) e Laços de Família (2000), também de Manoel Carlos, fizeram sucesso recentemente. Essa mais antiga, exibida às 18h, traz Regina Duarte como sua primeira Helena, uma mulher em conflito constante com a filha Joyce (Carla Marins) e com as outras pretendentes de seu amado, Carlos (José Mayer): as vilãs Paula (Carolina Ferraz) e Sheyla (Lília Cabral, em um de seus melhores momentos na TV).

Uga Uga (2000)

Sucesso popular de Carlos Lombardi às 19h, a novela deu boa audiência há 21 anos, mas nunca foi reprisada, nem na Globo nem no Viva. A nova faixa na programação parece ideal para trazer de volta a história repleta de ação de Tatuapu (Cláudio Heinrich), herdeiro de uma fortuna criado por uma tribo indígena.

Um Anjo Caiu do Céu (2001)

Uma cena entre os atores Paulo José (1937-2021) e Tarcísio Meira (1935-2021), que morreram em agosto com a diferença de um dia, comoveu a web na ocasião. A reprise dessa novela de Antônio Calmon seria uma bela homenagem aos atores. Na trama, Tarcísio era João Medeiros, que ganhava uma segunda chance na Terra com a ajuda do anjo Rafael (Caio Blat).

Beleza Pura (2008)

Leve e divertida, a única novela solo da escritora Andrea Maltarolli não chegou a ser um grande sucesso de audiência, mas cairia bem uma segunda chance à tarde. Mais do que o casal central, Joana (Regiane Alves) e Guilherme (Edson Celulari), a produção ficou marcada pelo bordão “eu sou rica” de Norma (Carolina Ferraz, hoje na Record) e pelas trapalhadas de Rakelli (Isis Valverde).

Paraíso (2009)

Difícil entender por que a Globo mantém esse sucesso de Benedito Ruy Barbosa às 18h na gaveta após 12 anos. A novela agradou com o romance entre Maria Rita, a “santinha” (Nathalia Dill), e Zeca, “o filho do Demo” (Eriberto Leão). Assim como O Rei do Gado (1996) fez ao ser reexibida em 2015, essa também poderia elevar os índices das tardes da emissora e servir de "esquenta" para a nova versão de Pantanal que vem por aí.

Cama de Gato (2009)

Agradável e bem conduzida, mas pouco lembrada novela da dupla Duca Rachid e Thelma Guedes. Com intrigas e muitas armações, a história trazia Camila Pitanga como a empregada doméstica Rose, enquanto Paolla Oliveira dava vida à vilã Verônica. Doze anos depois, vai soar como inédita para boa parte do público. Recentemente, o folhetim entrou para o Globoplay.

Escrito nas Estrelas (2010)

Primeiro sucesso de Elizabeth Jhin no filão espírita, a trama mostrava a história de amor entre Viviane (Nathalia Dill) e Ricardo (Humberto Martins), iniciada após a morte do filho dele, Daniel (Jayme Matarazzo), em um acidente de carro. Além de boa audiência, a novela foi elogiada na época, mas nunca ganhou reprise.

Lado a Lado (2012)

Seria uma aposta arriscada da emissora resgatar essa produção que, apesar de requintada, não atingiu grande público. Também joga contra essa possível reprise a baixa repercussão da inédita Nos Tempos do Imperador, com temáticas parecidas. Os autores Claudia Lage e João Ximenes Braga resgataram o contexto político e social do Brasil no período pós-abolição da escravatura, no início do século 20.

Sete Vidas (2015)

No ar com Um Lugar ao Sol, Lícia Manzo fez um bom trabalho com essa novela que tinha Domingos Montagner (1962-2016) como o protagonista Miguel, um doador de sêmen que encontra os filhos gerados por inseminação artificial. A reprise seria uma boa chance de matar as saudades do ator, morto em 2016, além de reassistir a uma história que emocionou às 18h.

Além do Tempo (2015)

Apontada como uma das melhores novelas da década da passada, a trama de Elizabeth Jhin sobre reencarnação figura entre as mais pedidas para reprise nas redes sociais. Muitos telespectadores torcem para acompanhar de novo, na TV, a história de amor entre Lívia (Alinne Moraes) e Felipe (Rafael Cardoso), que começa no século 19 e termina no 21.



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