Bombardeio em Kiev

Ucrânia: Jornalista chora durante link ao vivo da guerra

Correspondente se emocionou ao dar notícias direto do conflito


Clive Myrie chorando em link
Ucrânia: Jornalista chora durante link ao vivo da guerra - Foto: Reprodução
Por Redação NT

Publicado em 25/02/2022 às 17:52:17,
atualizado em 25/02/2022 às 19:34:57

O jornalista inglês Clive Myrie, correspondente da BBC em Kiev, capital da Ucrânia, chorou durante sua entrada ao vivo para o BBC News, na edição das 22h, 1h da manhã no horário de Brasília desta sexta-feira (25). O comunicador estava dando informações sobre o primeiro dia de ataques militares russos à cidade quando se emocionou muito com os detalhes sangrentos da operação.

O jornalista estava diante do Mosteiro de São Miguel das Cúpulas Douradas, um dos principais pontos turísticos de Kiev quando não conseguiu conter as lágrimas. Nas redes sociais, internautas comentaram o ocorrido e ficaram comovidos com o choro de Clive.

"Fiquei com o coração partido ao ver o Clive Myrie chorando em Kiev", escreveu um internauta no Twitter. "O Clive Myrie estava realmente chorando? Meu Deus", questionou outra seguidora. "O Clive Myrie chorando é um soco no estômago", disse mais uma pessoa.

"Ele é um ótimo repórter, fez coisas parecidas durante os estágios iniciais da pandemia de Covid. Sua voz transmite a gravidade da situação, e desafio qualquer ser humano a não se emocionar ao ouvir os medos e a ansiedade do povo ucraniano", afirmou outro internauta.

Assista:

Jornalista da CNN se assusta com explosões na Ucrânia

Matthew Chance, correspondente da CNN em Kiev, na Ucrânia, ficou em choque quando presenciou os primeiros bombardeios da Rússia na capital ucraniana enquanto fazia um link para a matriz norte-americana. Às 5h10 desta quinta-feira (24), o jornalista ficou assustado com os barulhos das explosões, cada vez mais constantes. "Nunca ouvi nada parecido", espantou-se.

Ao passo que o link avançava, os barulhos também. "Acabei de ouvir uma grande explosão bem atrás de mim. Eu nunca ouvi nada parecido", disse ele. Logo depois, o profissional se abaixou para se proteger de possível ataques e colocou um colete à prova de balas.

"Existem grandes explosões ocorrendo aqui. Não posso ver ou explicar, mas digo que os Estados Unidos avisaram as autoridades daqui que poderia ter ataques aéreos e terrestres no país todo, inclusive a capital. Não sei se isso está acontecendo agora, mas as explosões aumentaram em pouco tempo", explicou.

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