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Lembra disso?

Marisa Orth recorda experiência no BBB: "Pude experimentar o fracasso"

Primeiro BBB teve atriz na apresentação ao lado de Pedro Bial

Marisa Orth recorda experiência no BBB: "Pude experimentar o fracasso"
Marisa Orth recorda apresentação no BBB e fala sobre Magda - Divulgação

Redação NT

Publicado em 04/03/2021 às 09:58:07,
atualizado em 04/03/2021 às 10:19:52

A atriz Marisa Orth fez dupla com Pedro Bial na primeira temporada do BBB, em 2002. Talvez nem todos se lembre, mas ela já foi apresentada do reality show da Globo. A partir da segunda edição, Bial é quem ficou sozinho no comando. "Eu pude experimentar o fracasso", brinca ela numa entrevista ao programa Provoca, de Marcelo Tas, na TV Cultura.

"A Endemol deve ter um arquivo secreto de dois ou três apresentadores do mundo todo que foram eliminados antes da primeira eliminação. Eu fui um deles. A direção do programa naquela época queria uma dupla apresentando, mas dupla é perigoso, pode não dar certo. Mas hoje tenho orgulho desse episódio", afirma.

Marisa Orth conseguiu, entretanto, o sabor do sucesso no Sai de Baixo (1996-2002). Mais de 20 anos depois, ela ainda é lembrada pela personagem: "Algumas pessoas vêm me dizer que a Magda e o Caco não poderiam existir hoje em dia. Não, né? Porque hoje não tem nenhum homem corrupto com uma mulher burra do lado. Eu considero a personagem Magda uma luta feminista".

Marisa Orth tentou ser símbolo sexual

"Várias mulheres vieram me dizer que foram estudar depois de me ver na TV, que elas ficavam com vergonha. Eles são um tipo de casal ainda em voga no nosso país. Com o humor, pintando com cores mais fortes, você joga luz sobre isso", compara.

Pouco depois de fazer sucesso como Magda, foi convidada a posar nua para a Playboy em 1997: "Nunca me considerei um símbolo sexual, mas tentei (risos). Sempre me senti meio feinha e confesso que tive inveja da minha 'Playboy'. Mas acabei gostando do título. As pessoas tinham uma dúvida se eu era bonita ou feia, mas, depois da revista, decidiram que eu era bonita. A 'Playboy' foi uma espécie de VAR".