Deborah Secco revela que guardou macacão de Íris e reconhece: "Camila foi uma Judas"
"Edu é muito errado também", ressalta
Publicado em 18/12/2020 às 09:15
Deborah Secco terminou seus trabalhos em Salve-se Quem Puder, novela das 19h que volta no ano que vem para encerrar sua história, mas outro trabalho seu vem mais uma vez chamando atenção: a Íris de Laços de Família (2000-01), que está em reapresentação no Vale a Pena Ver de Novo. Ao jornal O Globo, revela: "Por anos, eu guardei o macacão da Íris Um macacão vermelho que ela usou na morte da Ingrid (Lilia Cabral)".
No entanto, os anos se passaram, e segundo a atriz, a roupa parou de caber. "Em algum momento, eu doei", recorda ela, que observou a hashtag Judas Day, em alusão a exibição da cena em que Íris escreve a ofensa no espelho de Camila (Carolina Dieckmann), com muita atenção. "Hoje, mais do que nunca, a gente tem esse entendimento de que a errada não é só a Camila. Edu é muito errado também. Mas hoje, mais do que tudo, depois de ferrar com a vida, a gente evoluindo e amadurecendo", afirma.
Na época de Laços de Família, Deborah tinha apenas 20 anos. E agora com 41, vive outra fase. Se pudesse dar um conselho para ela mesma em 2000, diria: "Diria pra ela aproveitar todas as histórias. História para contar o que é que a gente leva da vida, nossas experiências. Eu diria para ela aproveitar muito a vida".
A estreia da filha na TV
Recentemente, sua filha com Hugo Moura, Maria Flor, de 5 anos, gravou Salve-se Quem Puder. "Ela adorou participar da novela, mas é muito novinha ainda. Para ela, tudo é uma brincadeira. Acho que ela não tem ideia da seriedade disso tudo", diz.
Deborah ainda apresentou Liberdade vem de Dentro, no canal GNT, que trata sobre a sexualidade feminina. "Era um programa que tinha muito a ver comigo. Não tenho planos de apresentar novamente, mas eu gostaria. Seria uma experiência legal fazer algo neste sentido", observa.
Para a atriz, a sexualidade foi oprimida por muito tempo: "A gente foi ensinada a achar que nosso prazer é pecado, errado. E nosso prazer é tão genuíno, necessário. É importante tirar esse tabu, fazer com que esse assunto se torne cotidiano".
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