Publicado em 17/05/2019 às 23:15:32
O relógio batia 21h16 quando o último capítulo de “O Sétimo Guardião” entrou no ar com a sequência da invasão do casarão que resultou nas mortes de Olavo (Tony Ramos) e Gabriel (Bruno Gagliasso).
Durante os seis meses em que esteve no ar - a trama de Aguinaldo Silva estreou em novembro do ano passado -, a história prometia apostar em um universo fantasioso que acabou não agradando tanto assim.
A não aceitação do telespectador era perceptível que alguma coisa precisava ser feita antes que houvesse uma debandada de vez. Então, o jeito foi criar um serial-killer e matar os guardiães.
VEJA TAMBÉM
Em sua reta final, com exceção do padre Ramiro (Ailton Graça) e do guardião-mor, todos os demais protetores da fonte milagrosa foram assassinados por Judith (Isabela Garcia) a mando de Egídio (Antonio Calloni) como castigo por falharem.
Depois de um penúltimo capítulo com cara de último, com direito a revelação da identidade do assassino em série, a descoberta de um tesouro arqueológico e de quem assumiria o comando da irmandade, sobrou um final vago.
Sem fugir à regra, tivemos um casamento sem emoção com a reunião do elenco, incluindo os que sumiram na metade da história. Houve também a mudança de carreira da Luz (Marina Ruy Barbosa) e a vida política de Junior (José Loreto).
Talvez, a maior prova de que “O Sétimo Guardião” foi uma história atípica e nem um pouco maniqueísta tenha sido a morte do protagonista e a vitória do casal de vilões formado por Sampaio (Marcello Novaes) e Laura (Yanna Lavigne).
A verdade é que foi com muita dificuldade que o folhetim do horário respirou, mas seu suspiro final foi ligeiro. Um pouco depois das 22h30, para ser mais precisa, e tendo o desfecho de menor duração desde “Babilônia” (2015), de Gilberto Braga.
Em termos de audiência, segundo a prévia da Kantar Ibope na Grande São Paulo, o último capítulo registrou 33 pontos de média com 36 de pico. Se tal índice se mantiver no consolidado que sai na segunda-feira (20), será o pior desfecho da história da faixa na Globo.
O público não perdoou e nós também não.
Coluna do Sandro
Opinião
Coluna do Sandro
Silvio Cerceau
Coluna do Sandro
Coluna do Sandro
Coluna do Sandro
Coluna do Sandro
Opinião
Exclusivo
Dennes Queiroz
Coluna Silvio Cerceau
Coluna do Sandro
Opinião
Coluna do Sandro
De novo
Luto na TV
Luto
Humor característico
Análise