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Acidente

Avião com 5 pessoas cai na fazenda de Nelson Piquet no DF

De acordo com o Balanço Geral DF, os passageiros e o piloto foram resgatados com vida


Aeronave destroçada em meio à mata da fazenda de Nelson Piquet
A aeronave ficou bastante danificada, mas todos os ocupantes escaparam ilesos - Reprodução/Record TV
Por Redação NT

Publicado em 31/01/2022 às 14:04:58,
atualizado em 31/01/2022 às 14:06:20

Na manhã desta segunda-feira (31), um avião com cinco pessoas caiu na fazenda do ex-piloto Nelson Piquet, na região do Jardim Botânico, no Distrito Federal. De acordo com o Balanço Geral DF, da Record  os passageiros e o piloto foram resgatados com vida. Três homens, uma mulher e um bebê de 2 meses estavam no avião.

Segundo informações dadas ao vivo pelo apresentador Rafael Cadengue, eles estariam voltando da Bahia, e seriam amigos de Geraldo Piquet, irmão de Nelson Piquet. Por precaução, a mãe e a criança foram para uma unidade de saúde por meios próprios.

O avião caiu a poucos metros da pista de pouso que existe no local e, segundo o que o condutor da aeronave teria relatado ao Corpo de Bombeiros, o avião foi atingido por uma rajada de vento no momento do pouso. 

"O trabalho dos bombeiros consistiu em prevenção, para prevenir o vazamento de combustível que ocorreu com a queda. Nós ficamos de prontidão, mas não houve problemas com o vazamento", detalhou o sargento Júlio Brito, que conversou com telefone com o comandante da atração. "É algo inexplicável o avião sofrer um estrago dessa forma e as pessoas saírem ilesas", comentou.

Avião que caiu na fazenda de Nelson Piquet não tinha permissão para fazer táxi aéreo

De acordo com o Portal R7, o avião que caiu na fazenda do ex-piloto Nelson Piquet era um monomotor modelo TBM700N, registrado como propriedade de Renato Joner, mas alienado ao Banco Safra. A aeronave não tinha autorização para fazer táxi aéreo, segundo informações da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). 

Fabricado em 2010, o avião estava registrado na categoria para serviços aéreos privados e tinha autorização para fazer voos noturnos. O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) foi acionado para investigar as causas do acidente.

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