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Power Couple: Adriane Galisteu garante que relação com marido é intensa: "Não é morno"

Apresentadora fala sobre o desafio de apresentar o reality da Record no lugar de Gugu Liberato

Adriane Galisteu posada para foto
Adriane Galisteu comanda o Power Couple Brasil 5 - Foto: Edu Moraes/ Divulgação Record
Thomaz Rocha

Publicado em 09/05/2021 às 10:00:07

Adriane Galisteu não esconde sua alegria em comandar a quinta temporada de Power Couple Brasil, reality show da Record que estreia neste domingo (9). O programa que confina casais será apresentado dessa vez de segunda a sábado e terão participantes que prometem sacudir a casa Power. Fã de carteirinha do gênero, Adriane afirma que ama realities show desde a época em que este tipo de atração não era moda.

E a animação da apresentadora vai além da paixão pelo gênero, já que volta a comandar um programa todo seu na Record após 17 anos. No canal, ela esteva à frente do É Show (2000-2004) por quatro anos, depois disso teve passagens pelo SBT, Band, canais pagos e até Globo, onde participou da Dança dos Famosos e da novela O Tempo Não Para (2018).

"O fato de voltar para a TV aberta, em uma emissora que fiquei quatro anos, 17 anos depois na Record, é que foi super emocionante pra mim, me fez muito feliz", disse a apresentadora.

Em entrevista exclusiva para o NaTelinha, Adriane conta sobre o desafio de substituir Gugu Liberato na apresentação do Power Couple, revela se toparia participar do reality e como é a relação com o marido, Alexandre Iódice. Confira!

NT: Você acompanhava o Power Couple antes? O que acha da dinâmica do programa?

Adriane: Sou superfã do programa, assisto, adoro, aliás, sou fã de reality desde da época em que reality não era moda. Gosto de reality desde sempre, assisto todos: BBB, A Fazenda, Power Couple, De Ferias com Ex... Eu me divirto. É um entretenimento que me atrai, adoro!

NT: Você participaria de um reality show de confinamento e ainda com o marido?

Adriane: Eu participaria, o Alê não participaria. Então, provavelmente, a gente não iria. O Alê é muito diferente de mim. Ele é competitivo, mas é mais tímido, porém mais focado neste capítulo. Eu sou mais da galera, do entretenimento, de conversar, bater papo, com pouco foco. Mas, em compensação, ele menos paciência... Prova de resistência, ele não gosta, detesta. Normalmente, não tem prova de resistência no Power Couple, mas tem aquelas provas bem casca grossa, que, não sei... Acho que o Alê seria aquele cara eliminado na primeira semana, sabe, que não dá tempo nem de mostrar que é maravilhoso.

Acho que é oito ou 80. Ou ele seria eliminado na primeira semana, ou levaria o prêmio. Acho que 'mais ou menos', ninguém acharia isso da gente. 'Ah, aquele casal é mais ou menos', porque a gente não é morno. Ou a gente está fervendo ou a gente está gelado. Acho, inclusive, que esta é uma das receitas do sucesso dos casais dentro de uma casa ou dentro de um reality de confinamento individual. Não dá para fazer o papel da planta, de móveis e utensílios. A gente tem que fazer realmente as coisas acontecerem. Mas eu acho que, como casal, seria difícil a gente participar, porque 50% topa e 50% não topa, como é que faz?

NT: Como é continuar na apresentação de um programa antes comandado por Gugu Liberato?

Adriane: Em relação ao Gugu, assim como ele, outros também são insubstituíveis. Eu jamais penso em assumir o lugar do Gugu. Eu penso em encontrar o meu caminho dentro do Power Couple, minha fórmula de me comunicar. Olho pra ele como um grande amigo que eu tive, um cara generoso, tenho certeza que ele vai estar na torcida por mim.

NT: Como é voltar a Record após hiato de 17 anos?

Adriane: O fato de voltar para a TV aberta, em uma emissora que fiquei quatro anos, 17 anos depois na Record é que foi super emocionante pra mim, me fez muito feliz.

NT: Onde se realiza mais como artista? Na apresentação de um programa ou atuando?

Adriane: Tanto na atuação, como a rádio, como a internet. No final das contas, a gente se comunica. Eu não consigo escolher uma coisa que eu faço, eu faço tudo com o mesmo entusiasmo, o mesmo amor, a mesma dedicação. Eu estou dando a entrevista para você com o mesmo entusiasmo, a mesma dedicação que eu faço as minhas funções. Difícil escolher. Pra mim, quando estou atuando, eu estou dando o meu melhor, fazendo o meu melhor, quando estou tirando uma foto, estou fazendo meu melhor e é assim que eu penso. Eu penso na minha carreira como um todo e atuar faz parte.



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