Disparou

Felipe Neto se irrita com notícia e detona futuro Ministro da Saúde: "Fantoche"

Youtuber voltou a chamar o governo Bolsonaro de "genocida"


Felipe Neto (à esquerda) e Marcelo Queiroga (à direita) em foto montagem
Felipe Neto criticou Marcelo Queiroga - Foto: Montagem

Felipe Neto usou seu perfil do Twitter nesta sexta-feira (19) e criticou o nome cotado para ser Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. A irritação do youtuber é porque surgiu a informação que o político pretende visitar hospitais em todo país para checar se as pessoas estão morrendo de Covid-19.

“E é isso que o novo fantoche da Saúde decide tratar como prioridade. GOVERNO GENOCIDA!!!”, detonou o influenciador. Vale destacar que Felipe é um dos maiores opositores do presidente Jair Bolsonaro, tanto que criou recentemente uma campanha intitulada Cala Boca Já Morreu.

A notícia de que Marcelo visitará os hospitais para saber se as pessoas estão morrendo de coronavírus foi dada pelo jornalista Lauro Jardim. “Em pelo menos uma dessas conversas, Queiroga disse que, ao assumir, pretende ir aos hospitais numa espécie de blitz para conferir pessoalmente se as UTIs estão lotadas e se as pessoas estão mesmo morrendo de Covid — Bolsonaro já botou essas informações em dúvida”, diz um dos trechos da reportagem publicada no jornal O Globo.

Marcelo, que ainda não assumiu o Ministério da Saúde, soltou nota negando que terá essa ação. “Em nenhum momento informei que faria visitas para conferir a lotação dos hospitais. Como profissional que atende pacientes com Covid-19, conheço de perto a realidade do sistema de saúde”.

Felipe Neto x Bolsonaro

A Justiça suspendeu as investigações contra Felipe Neto, abertas após de notícia-crime de Carlos Bolsonaro pelo youtuber ter chamado seu pai, Jair Bolsonaro, de "genocida". No final da manhã de quinta-feira (18), Neto comemorou a decisão. "Vitória! Justiça suspendeu a investigação! Não passarão", escreveu em postagem no Instagram. Nos Stories, ele ainda fez uma dancinha comemorando o fim das investigações.

O youtuber havia sido intimado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para depor após fazer uma crítica ao presidente Jair Bolsonaro. Por meio do Twitter, o influencer contou que foi envolvido em investigação de "crime contra a segurança nacional".

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