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Humilde

Rodrigo Hilbert rejeita título de "homão": "Não sou ninguém perto do que quero"

"Também quero aprender a lidar em relação ao machismo e ser um aliado na luta antirracista", vislumbra

Rodrigo Hilbert sério
Rodrigo Hilbert é casado com Fernanda Lima - Divulgação
Redação NT

Publicado em 16/11/2020 às 09:56:44

Tido como um dos ícones do sexo masculino e "homão", Rodrigo Hilbert não quer saber desse rótulo, embora entre na brincadeira quanto o assunto é suas qualidades. Recentemente, houve montagens que diziam que ele pode até mesmo criar a vacina do novo coronavírus (Covid-19). "Acho tudo isso engraçado", conta ao jornal O Globo.

Mas, quando o assunto é Covid-19, não entrou na onda: "É um vírus com o qual ninguém sabe como lidar. Achei um pouco fora... No geral, quando as brincadeiras vêm, eu tiro de letra. Não reconheço esse título de homão da p.... Quando você não reconhece, está tudo certo. As pessoas se divertem, mas eu tenho os pés no chão".

Modesto, acredita que tem muito para aprender: "No meu próprio programa, na culinária. A mexicana, a chinesa, a japonesa... E outras milhões de coisas na minha profissão de ferreiro. Sigo bastante gente que trabalha com ferro e serralheria. Também quero aprender a lidar comigo mesmo em relação ao machismo, quero ser um aliado na luta antirracista. Eu não sou ninguém perto do quero aprender".

Rodrigo Hilbert no GNT

Sobre o Tempero de Família, que apresenta no GNT, conta que está sempre tentando fazer uma coisa nova: "Não considero que o programa tenha um formatinho só e apenas um caminho a ser seguido. Nada vai me surpreender".

Em casa, Hilbert garante que divide as tarefas: "Mas ainda saio devendo muito para a Fernanda. Ela está há um ano sem dormir direito uma noite inteira com a Maria. Fico sofrendo, tentando tirar esse peso dela. Sou supernormal, nada a mais do que ninguém. A Maria parece que ainda não saiu de dentro da Fernanda".

"Colocamos uma cama grande no chão do quarto e ficamos ali. Maria ama. Ela vai rolando até encostar na Fernanda. Quando encosta em mim, chora, porque sabe que não é a mãe. Eu fico agoniado. Tento botar chupeta, dar uma ninada... Fico frustrado. Digo: "Desculpe, amor, não consegui ajudar de novo". Fernanda entende que estou tentando", encerra ele.



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