Decisão da Justiça

PC Siqueira é condenado a indenizar Eduardo Bolsonaro em R$ 20 mil

Processo aconteceu em razão de vídeos publicados no YouTube

PC Siqueira é condenado a indenizar Eduardo Bolsonaro em R$ 20 mil
PC Siqueira e Eduardo Bolsonaro - Foto: Montagem/Reprodução

Publicado em 14/08/2020 às 17:08:02

Por: Redação NT

O youtuber PC Siqueira foi condenado pelo juiz Leandro Borges de Figueiredo, da 8ª Vara Cível de Brasília e terá que indenizar o deputado Eduardo Bolsonaro em R$ 20 mil, por vídeos publicados no canal Maspoxavida.

De acordo com o magistrado, o conteúdo compartilhado pelo influencer continham "comentários e opiniões" referentes ao filho do presidente Jair Bolsonaro. Antes disso, as gravações já tinham sido retiradas do ar, respeitando uma outra determinação da Justiça.

Mesmo com a exclusão, Figueiredo ainda entendeu que as postagens "extrapolaram a crítica à atuação política e tocam direitos da personalidade" de político, "em especial a sua honra e intimidade", que poderiam "causar danos a sua vida privada".

Ainda segundo os autos, os vídeos foram publicados em fevereiro de 2019, com os títulos "O corno da vez é outro" e depois "O lado podre da família presidencial".

O juiz acolheu o pedido da defesa e o valor que será pago a Eduardo foi definido, mas não atendeu a solicitação de que o youtuber não voltasse a abordar o assunto em outras publicações, alegando que isso seria um tipo de "censura prévia".

PC Siqueira ainda não se manifestou sobre a condenação.

Rafinha Bastos revela que foi para a casa de PC Siqueira com policiais

Em vídeo, Rafinha compartilhou com os seguidores conversas que teve com PC Siqueira após ele ser acusado de pedofilia. O humorista revelou que após fazer um vídeo comentando sobre o acontecido, acabou chamando a polícia temendo que o ex-colega cometesse suicídio.

"Fui para a porta da casa do cara. Chamei a polícia, falei: 'Vou arrombar a porta da casa do cara, não vou deixá-lo se matar'. Não é nem para me salvar, é que chegou a um ponto em que o cara vai fazer algo. Fui lá, 25 policiais na portaria do cara. A policial bateu na porta dele e falou: 'Seu Paulo Cezar, tudo bem?'. Ele atendeu, falou: 'Tudo bem'. 'A gente quer saber se está tudo bem aí'. 'Está tudo bem, sem problema nenhum'. 'A gente pode subir?', ela perguntou. Ele falou: 'Não, não, aqui está tudo bem, sem problema nenhum'", detalhou.


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