Foi pra Justiça

Mulher processa MasterChef por ter sido obrigada a gravar enquanto sofria derrame

Mary Jayne integrou o elenco da 11ª temporada do programa


Mary Jayne com blusa colorida e avental do MasterChef, corrindo para foto e de óculos
Mary Jayne relatou que avisou aos produtores que não estava se sentindo bem - Reprodução/Fox
Por Redação NT

Publicado em 10/03/2022 às 13:09:05,
atualizado em 10/03/2022 às 13:58:21

A cozinheira Mary Jayne, que integrou da 11ª temporada do MasterChef dos Estados Unidos, está processando a produção do programa por um episódio que aconteceu em maio de 2020. Segundo o site TMZ, que teve acesso aos documentos do processo, a participante relatou que foi obrigada a a cozinhar enquanto sofria um derrame. 

Segundo Mary, antes das filmagens ela chegou a avisar os produtores da atração que não estava se sentindo bem e não conseguiria terminar o dia de gravações, mas eles insistiram que ela participasse normalmente da competição. A cozinheira ainda disse que contou à equipe que estava com dificuldades para mover as pernas, mas teve seu pedido de ajuda negado. 

Durante o dia, ela chegou a se queixar várias vezes para médicos e produtores, porém foi pressionada a continuar gravando por cerca de 14 horas.

O processo está sendo movido contra três produtores do programa. De acordo com Mary, o fato de ter sido impedida de receber atendimento médico fez com que  o derrame se agravasse e ela teve consequências maiores.

Lair Rennó processa a Globo e Fátima Bernardes tem férias e salário expostos

Mulher processa MasterChef por ter sido obrigada a gravar enquanto sofria derrame

O NaTelinha já havia divulgado que Lair Rennó entrou com um processo trabalhista contra a Globo e está cobrando salário substituição referente aos seis anos em que apresentou o Encontro durante as férias e folgas de Fátima Bernardes do programa. De acordo com o documento ao qual nossa reportagem teve acesso, a titular da atração se ausentou por 200 dias no período entre 2014 e 2019.

O auto destaca que, somente em 2018, Fátima Bernardes ficou 50 dias afastada de seu programa, deixando 37 edições do Encontro sob o comando de Lair Rennó. A ação alega que a Globo sonegou todos os direitos previdenciários do apresentador ao trocar o contrato dele inicial como empregado CLT por pessoa jurídica (PJ), em 2014, justamente quando o esquema de substituição descrito no processo começou, e pede o reconhecimento de vínculo como funcionário.

O advogado André Froes de Aguillar, representante do jornalista na ação e também de Raquel Sheherazade, pede que a emissora junte aos autos do processo todas as escalas de férias de Fátima Bernardes. Tendo em vista os períodos em que substituiu a colega no matinal da Globo, Rennó espera receber o pagamento das diferenças salariais, acrescido dos reflexos legais.

Segundo o documento, o Tribunal Superior do Trabalho diz que, se tratando de substituição não eventual, o substituto tem direito ao salário do substituído, enquanto durar a substituição. Porém, Rennó alega nunca ter recebido nenhum centavo a título de pagamento do salário substituição de que faria jus. Procurado, o advogado de Lair Rennó não se pronunciou sobre a reportagem.

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