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A Menina que Matou os Pais

Filmes com Carla Diaz na pele de Suzane Richthofen ganham trailer; assista

Gravações ocorreram em 2019

Carla Diaz como Suzane von Richthofen no tribunal
Carla Diaz na pele de Suzane von Richthofen - Foto: Reprodução/YouTube

Redação NT

Publicado em 25/03/2021 às 11:59:44,
atualizado em 25/03/2021 às 12:24:41

Depois de sair do BBB21 na última terça-feira (23), Carla Diaz teve o trailer de seus dois filmes lançados nesta quinta (25). A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou Meus Pais ganharam um compilado com cenas inéditas de quase três minutos, acompanhando a história do crime que chocou o Brasil em 2002.

As cenas dos dois longas estão misturados no trailer e exibe a versão diferente apresentada por Suzane von Richthofen (Carla Diaz) e Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt) durante o julgamento do assassinato do casal Richthofen, que ocorreu há 19 anos na cidade de São Paulo.

"Às vezes acho que seria muito melhor que eles sumissem. Imagina se o avião dos meus pais caíssem. Facilitaria muito", diz a personagem de Carla Diaz em um trecho. "Imagina se o avião dos seus pais cai na volta, a gente finalmente ia ter esse paraíso aqui", fala o rapaz, na versão apresentada por ele.

Confira como ficou:

Carla Diaz e o caso Suzane von Richthofen

Em outubro de 2002, o casal foi morto a pauladas enquanto dormia pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, namorado e cunhado da jovem na época. Condenada a 39 anos de detenção como mentora da ação, a moça cumpre pena no presídio de Tremembé, em São Paulo.  

Com direção de Maurício Eça (Diário de um Detento, dos Racionais MCs), A Menina Que Matou Os Pais vai se concentrar no perfil dos jovens assassinos. A pesquisa incluiu extensa análise dos arquivos públicos do julgamento, do assassinato até a condenação.  

O roteiro é assinado pela criminóloga Ilana Casoy, autora dos livros “O Quinto Mandamento” (Arx,2006), que reconstitui o assassinado, e “Casos de Família” (Darkside, 2016), que relata a morte dos Ritchthofen e da menina Isabella Nardoni, e pelo escritor de literatura policial Raphael Montes .



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