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Crise

Cacau Protásio revela que pensou em tirar a própria vida por não ter se casado

Atriz afirmou que só começou a ser feliz após os 40

Cacau Protásio maquiada, posando para foto com expressão séria
Cacau Protásio viu seus sonhos se realizarem depois que desencanou - Reprodução/Instagram
Redação NT

Publicado em 07/12/2021 às 16:41:00,
atualizado em 07/12/2021 às 16:50:30

Quem vê Cacau Protásio bem resolvida e cheia de motivos para celebrar, não imagina que a atriz passou por uma crise ainda na juventude. Em entrevista à revista Quem, a fluminense afirmou que só começou a ser feliz após a chegada dos 40. "Quando eu tinha 19 anos falava, ‘Se eu não me casar até os 20 vou me matar’. Chegou os 20 e falei: ‘Se eu não me casar até os 21 me mato mesmo’. Não aconteceu e eu desisti da promessa. Fiquei em crise até os 30, com inveja das amigas que se casavam", contou.

A crise que Neide, sua personagem no filme A Sogra Perfeita, enfrenta na meia-idade, a intérprete enfrentou antes mesmo de completar três décadas de vida. Depois que desencanou, Cacau conquistou tudo o que queria. "Deus me deu tudo o que eu queria depois dos 40. Me casei após os 40. Sou grata a Deus por isso porque se tivesse conquistado antes tudo o que sonhava, seria soberba. Eu digo que comecei a viver a vida só depois dos 40, que só fui feliz depois dos 40. Então, agora estou ótima", comemora, ressaltando que está muito bem casada. A atriz está há nove anos com o fotógrafo Janderson Pires, com quem oficializou a união neste ano.

Os planos pessoais da atriz não paparam no casamento. Cacau sonha em engravidar. “Sempre tive vontade de ser mãe, mas não queria fora de hora. Não queria botar um filho no mundo e deixar largado, sem que eu pudesse dar educação. Agora tenho planos de ter filho, mas não sei se vai ser naturalmente. Vou esperar Deus me dar um filho, seja gerado ou adotado”, declara.

Cacau Protásio fala sobre a perda do amigo Paulo Gustavo

Cacau Protásio assumiu que a pandemia da Covid-19 fez com que ela exercitasse mais a gratidão e vivesse um dia de cada vez. A humorista perdeu Paulo Gustavo, um de seus melhores amigos por complicações do novo vírus. "Todos os dias rezo por ele, pela alma dele e por todas as pessoas que perderam a vida para que descansem em paz. A gente continua fazer arte por ele, que passou para o outro lado, mas nunca será esquecido", diz ela, que trabalhou com Paulo no sitcom Vai Que Cola, do Multishow.

A comediante conta que foi o ator que fez com que ela olhasse para si mesmo de outra forma e a encorajou a usar roupas mais ousadas como as das atrizes americanas. “Despertei para a moda recentemente. Amo roupas, usar perucas, lenços... Me acho bonita agora. Lembro que o Paulo Gustavo, a irmã dele e o Marcus Majella sempre me incentivaram a buscar referências nas mulheres gordas americanas, que são muito vaidosas. Aqui nem tinha moda para a gente”, revela, acrescentando que se inspirou em Queen Latifah e criou a própria marca de roupas, a Ms. Cacau.



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