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Indignação

Maria Beltrão chora ao comentar caso do menino Henry: "Época difícil"

Apresentadora não segurou o choro no Estúdio i

Maria Beltrão emocionada no Estúdio i
Maria Beltrão no Estúdio i - Foto: Reprodução/GloboNews

Redação NT

Publicado em 08/04/2021 às 14:49:00,
atualizado em 08/04/2021 às 15:05:13

Maria Beltrão chorou ao vivo no início do Estúdio i, programa da GloboNews, nesta quinta-feira (8). A apresentadora não se conteve ao falar do caso do menino Henry Borel, que pode ter sido assassinado pelo padrasto, Dr. Jairinho, com a conivência da mãe, Monique Medeiros. “Me desculpa o descontrole emocional”, afirmou a jornalista.

“A gente está falando de uma realidade inominável... Eu vou chorar... A gente tá falando de algo difícil de qualificar e definir. O que a Cecília acabou de mostrar, com essa coletiva... Me desculpa se estou emocionada, mas a gente vive numa época difícil. O que essa coletiva demonstrou, com essa troca de mensagens, é muito sério e triste”, desabafou.

Nesta quinta, o delegado Henrique Damasceno, responsável pela investigação da morte do menino, concedeu uma coletiva de imprensa e afirmou que tem certeza de que Jairinho foi responsável pelas agressões que mataram a criança e que Monique sabia, não denunciando o marido. O casal acabou sendo preso e responderá por homicídio duplamente qualificado.

“Não resta a menor dúvida, em relação aos elementos que nós temos, sobre a autoria do crime”, disse o delegado. Damasceno ainda explicou aos jornalistas que a investigação ainda não foi concluída, contudo, ele e sua equipe já reuniram “provas muito fortes a respeito de toda essa dinâmica”.

Maria Beltrão e a emoção

Não é a primeira vez que Maria Beltrão se emociona no Estúdio i. Durante a pandemia, ela chorou quando comentou a primeira pessoa a ser vacinada no mundo contra o novo coronavírus. Em entrevista ao NaTelinha, a jornalista confessou que enfrentou dificuldades no começo da pandemia.

“Eu cheguei a ficar bastante deprimida no começo da pandemia. Tive dificuldade pra dormir, tive insônia. Durante dois, três meses de pandemia, lá no começo, eu tinha pesadelos que eu batizei de Sonhos de Corona”, confessou.



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