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Lula é pressionado e pode demitir 2 ministras mulheres

Presidente tem tentado segurar as aliadas, mas situação ficou quase irreversível


Lula em discurso
Lula vem sendo pressionado a derrubar ministras mulheres - Foto: Reprodução/Internet

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem sendo pressionado nos últimos dias a fazer uma espécie de minirreforma ministerial agora com os seis meses de governo prestes a serem completados. Chama a atenção, porém, é que os dois cargos requeridos por parte da base aliada são justamente ocupados por duas mulheres: os ministérios do Turismo e da Saúde.

Nos corredores de Brasília fala-se que Lula já cedeu ao Centrão e deve trocar Daniela Carneiro por alguém alinhado com a base alinhada no Congresso. A ministra do Turismo abandonou o União Brasil pouco depois de assumir a cadeira e, desde então, a sigla vem pedindo mudanças na pasta por considerar que o cargo é da base aliada e não de uma pessoa. 

Por outro lado, Daniela foi uma das maiores apoiadoras de Lula no segundo turno do Rio de Janeiro. Ela é casado com o prefeito de Belford Roxo, Waguinho Carneiro, um dos nomes mais importantes do estado e que ajudou o petista a diminuir a vantagem de Jair Bolsonaro (PL) na corrida eleitoral. Waguinho vem trabalhando nos bastidores para evitar a queda da esposa e já conseguiu até que o diretório estadual do PT no RJ soltasse uma nota de apoio a ela.

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O caso da ministra da Saúde, Nísia Trindade, é um pouco mais complexo. Ela foi uma das cadeiras escolhidas pelo presidente, sem fechar acordo com partidos aliados e vem sendo muito elogiada pelo trabalho técnico nos primeiros meses de mandato. Dona de um currículo invejável na hora, até o momento a ministra conta com o apoio de Lula e de praticamente todos os ministros.

Nos bastidores, segundo apurou o NaTelinha, fala-se que a tendência é Lula tirar Daniela, mas manter Nísia, pelo menos neste primeiro momento. O problema é que partidos aliados querem mais ministérios para seguirem votando com o governo pautas fundamentais que estarão em jogo nos próximos meses como a reforma tributária.

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