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Disney+ confirma que apostará em produções brasileiras para bombar streaming

Plataforma aguarda ter uma grande demanda de assinantes brasileiros

Disney+ confirma que apostará em produções brasileiras para bombar streaming
Disney+ chegará ao Brasil no dia 17 de novembro - Foto: Divulgação

Naian Lucas com Fabrício Falcheti

Publicado em 13/11/2020 às 10:00:00

O Disney+  estreia no Brasil na próxima terça-feira (17) e já está de olho em produções nacionais para atingir o público brasileiro. A empresa admite que o país é o principal mercado da América Latina e há grande expectativa para ter uma grande demanda de assinantes. O streaming ainda apostará em lançamentos simultâneos de séries populares e parcerias para atrair o maior número de clientes possível.

“O que a gente pode dizer é que nós vamos investir bastante em desenvolvimento de conteúdo local, justamente pra atender aos gostos dos brasileiros. A gente vai ter artistas locais, produtores locais, diretores locais, então a gente já tá trabalhando nessa estratégia e em breve vocês terão mais informações sobre as nossas produções locais... As novas produções locais que virão para a plataforma”, disse Juliana Oliveira, Head de Strategy & Businesse Development, em um encontro virtual de apresentação do Disney+, no qual o NaTelinha esteve presente.

“Nós já vamos contar com os conteúdos locais pré-produzidos que tiveram e que têm muito apelo para as nossas comunidades de fãs. Nós teremos, por exemplo, todos os episódios de Bia, Soy Luna, entre outros. Isso já faz parte da nossa estratégia. A gente sabe da importância do conteúdo local no Disney+”, acrescentou.

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O investimento no Brasil não é por acaso. O país é o principal mercado da América Latina e a Disney espera ter o mesmo sucesso em solo tupiniquim igual conseguiu em outras localidades.

“O Disney+ foi lançado nos Estados Unidos no dia 12 de novembro do ano passado e, em seguida, lançou no Canadá, Nova Zelândia e outros oito países da Europa, que a gente chama de A Primeira Onda, depois mais 10 países da Segunda Onda, Índia e Japão. A aceitação do Disney+ tem sido incrível em todos esses países que já foi lançado. Nesses 11 meses, já atingimos 60 milhões de assinantes globalmente. A gente acredita que esse sucesso que o Disney+ teve em outros mercados será replicado na América Latina e no Brasil”, relatou.

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“A gente vê que a Disney, no Brasil, tem um nível de afinidade altíssimo e isso é muito positivo. A importância do mercado brasileiro para o Disney+ é que o Brasil é o maior mercado, que nós temos uma maior expectativa, entre todos os mercados da América Latina. O brasileiro é muito digital, tanto que no Brasil é o mercado mais competitivo pelo número de plataformas de streamings que estão ativos no Brasil. A gente acredita que temos um grande potencial no Brasil, porque aí é onde tem o maior mercado da América Latina. Acreditamos que teremos um número expressivo de assinantes”, acrescentou.

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Disney+ apostará em lançamentos simultâneos e parcerias

O Disney+ anunciou quatro parcerias no Brasil – uma delas é com o Globoplay – e a ideia é permitir que os clientes possam escolher a melhor opção para ter acesso ao catálogo da empresa. “Nós realmente acreditamos muito no sucesso dessas parcerias. Com essas parcerias, a gente quer ter a garantia que o cliente escolha qual é a melhor opção para ele na hora de assinar o Disney+”.

E o público brasileiro não terá que esperar muito para assistir grandes estreias. Produções de muito apelo devem chegar ao Brasil ao mesmo tempo que nos Estados Unidos, como é o caso de Mandalorian.

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“Os grandes títulos a gente acredita muito nesse lançamento simultâneo. Mandalorian tem muita expectativa do seu lançamento. Quando a gente lança no dia 17, a série terá toda a primeira temporada e já vamos começar com o quarto episódio, porque os três primeiros episódios da segunda temporada já vão ter passado nos Estados Unidos. No mesmo dia que solta nos Estados Unidos, soltaremos aqui no Brasil. Mas não posso garantir que isso ocorrerá com 100% dos títulos. A equipe do Brasil e a equipe regional vão sempre fazer uma análise de cada caso para a gente decidir quando fazer os lançamentos simultâneos e quando a gente vai ter uma diferença de datas. Eu espero que, para os grandes lançamentos, a ideia seja lançar simultaneamente”, completou Juliana.

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