Grupo será homenageado

Jaqueta de Dinho, dos Mamonas Assassinas, estava "intacta" no caixão 30 anos depois

“Parecia que tinha sido colocada ontem”, afirmou primo do vocalista


Dinho, dos Mamonas Assassinas
Dinho e os demais integrantes do grupo Mamonas Assassinas morreram em um acidente aéreo em 1996 - Foto: Reprodução
Por Redação NT

Publicado em 25/02/2026 às 14:45,
atualizado em 27/02/2026 às 13:19

A jaqueta de Dinho, vocalista dos Mamonas Assassinas, estava “intacta” no caixão, 30 anos depois da tragédia. A revelação foi feita pelo primo do cantor, em entrevista divulgada nesta quarta-feira (25). No início da semana, os restos mortais dos integrantes do grupo foram exumados em Guarulhos (SP).

Jorge Santana, que além de primo de Dinho é o CEO da marca ligada aos Mamonas Assassinas, afirmou ao portal Metrópoles que o estado da peça surpreendeu os familiares. “A jaqueta estava ali há 30 anos e parecia que tinha sido colocada ontem.”

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Segundo Santana, a descoberta foi um dos momentos mais marcantes do procedimento. A exumação integra a criação de um memorial vivo dedicado aos músicos. O espaço será inaugurado na sexta-feira (27).

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A iniciativa é uma parceria entre as famílias dos artistas e o BioParque Cemitério de Guarulhos. Será feita a cremação de uma pequena parte dos restos mortais para ser transformada em adubo para o plantio de cinco árvores na cidade, uma para cada integrante da banda.

Dinho, Bento, Samuel, Júlio e Sérgio morreram em 2 de março de 1996, quando o jato Learjet 25D (prefixo PT-LSD) colidiu contra a Serra da Cantareira, em São Paulo (SP). Todos os cinco integrantes da banda, além de dois tripulantes, morreram no impacto.

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