Emoção

Guga Chacra prevê agravamento do coronavírus e chora na GloboNews: "Triste"

Jornalista não segurou às lágrimas no Manhattan Connection

 Guga Chacra prevê agravamento do coronavírus e chora na GloboNews: "Triste"
Guga Chacra chorou na GloboNews - Foto: Reprodução/Twitter

Redação NT

Publicado em 16/03/2020 às 10:15:00,

O jornalista Guga Chacra não segurou o choro no último domingo (16) ao falar da pandemia do novo coronavírus. Durante a cobertura especial feita pela GloboNews, o comentarista previu que a tendência é que a contaminação cresça nos próximos dias no Brasil.

continua depois da publicidade

“Eu acho que essa semana vai se agravar muito, eu acho que vai ter o chamado lockdown. Se não for esta semana, vai ser na outra semana, mas vai ter o confinamento. É muito triste isso tudo que tá acontecendo. Tava até falando com o Caio, fora do ar, que dá até vontade de chorar”, afirmou o profissional, começando a derramar lágrimas.

Em seguida, Chacra foi consolado por Lucas Mendes, apresentador do Manhattan Connection. “Vai chorar? Fica assim, não Fica firme, querido. Fica firme. O negócio vai melhorar, não pode piorar”, declarou o comunicador.

continua depois da publicidade

Na noite do último domingo, a GloboNews realizou uma cobertura especial no horário nobre para trazer todas as informações sobre o coronavírus no Brasil e no mundo. O canal pago escalou seus principais jornalistas e comentaristas para analisar os dados do governo.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil já tem 200 casos oficiais do novo coronavírus. Autoridades estão suspendendo aulas, fechando espaços públicos e recomendando que as pessoas evitem ficar em locais com aglomerações.

continua depois da publicidade

Choro na Globo

Não foi a primeira vez que um profissional da Globo se emocionou ao falar sobre o coronavírus. A jornalista Ilze Scamparini, correspondente da emissora na Itália, demonstrou abalo ao explicar a situação da doença no país europeu em sua participação no Bom Dia Brasil.

“É uma situação difícil como essa a de não saber o que vai acontecer. Você não pode deixar ninguém entrar na sua casa, existe um medo coletivo que tem unido as pessoas e, ao mesmo tempo, as separam”, retratou a repórter.

continua depois da publicidade