Juventude

Paulo Ricardo revela relação inusitada com William Bonner: "A gente agitava"

Cantor tem passado em comum com o ex-âncora do Jornal Nacional


Paulo Ricardo e William Bonner: colegas na faculdade de jornalismo nos anos 1980
Paulo Ricardo contou, no Encontro desta quinta-feira (4), que William Bonner era seu calouro na faculdade de jornalismo - Foto: Reprodução/Globo
Por Walter Felix

Publicado em 04/12/2025 às 12:50,
atualizado em 04/12/2025 às 13:00

Paulo Ricardo, 63 anos, revelou uma relação inusitada com William Bonner, 62 anos. Os dois foram colegas de faculdade, e o cantor era veterano do ex-âncora do Jornal Nacional no curso de jornalismo. A revelação surgiu durante a participação do artista no Encontro desta quinta-feira (4), na Globo.

Ao falar de Bonner, o ex-líder RPM disse: “Foi meu calouro. Eu entrei em 1980, ele é da turma de 1981. A gente agitava muito. A gente fazia as festas, eu escrevia para o jornalzinho do grupo acadêmico. A gente já fazia um certo barulho, a nossa turma, mas foi a dele que criou uma revolução”.

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Os dois estudaram na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Na mesma turma de Bonner, estava Marcelo Rubens Paiva, já famoso na época pelo livro Feliz Ano Velho – ele também é autor de Ainda Estou Aqui, que rendeu o filme brasileiro vencedor do Oscar.

Sobre o período, Paulo Ricardo comentou: “Foi uma primeira metade dos anos 1980 bastante movimentada. Muita gente bacana por lá”.

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Na conversa com Patrícia Poeta, o cantor explicou por que optou pelo jornalismo. “Vejo o que eu faço muito mais como uma força musical, tendo a música como epicentro desse universo maravilhoso da cultura pop multimídia”, disse, destacando elementos como as capas de álbuns, os clipes e as composições.

“O texto é muito importante, então a música, para mim, era um ponto catalisador de todas essas coisas interessantes com as quais eu queria lidar.”

Paulo Ricardo

Ele chegou a trabalhar na Europa como correspondente e crítico musical. “Tudo isso me fascinava, e eu não queria fazer faculdade de música e me tornar um maestro, de música erudita e tal. Preferi fazer jornalismo, porque eu já era fã de grandes jornalistas”, explicou.

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