Saudosa

Filha de Manoel Carlos fala pela primeira vez após morte do pai

Júlia Almeida fez desabafo nas redes sociais


Júlia Almeida beijando a cabeça de Manoel Carlos
Júlia Almeida e Manoel Carlos em momento carinhoso - Reprodução/Instagram
Por Jéssica Alexandrino

Publicado em 12/01/2026 às 18:58,
atualizado em 12/01/2026 às 18:59

Nesta segunda-feira (12), Júlia Almeida quebrou o silêncio e falou pela primeira vez sobre a morte do pai, Manoel Carlos, que morreu no último sábado (10), aos 92 anos. A atriz, que chegou a participar de diversas novelas, agradeceu as mensagens de carinho que tem recebido.

"Meu pai fez sua travessia tranquila, encerrando um lindo ciclo aqui e iniciando uma nova jornada. Muito obrigada por todo o carinho. Seu legado continua", declarou ela.

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A produtora Boa Palavra, comandada por Júlia Almeida e responsável pelos direitos autorais do escritor, também se manifestou e garantiu que seguirá com projetos novos após a partida do novelista: "Um homem que atravessou gerações com sensibilidade, inteligência e uma escuta profunda do humano. O que ele construiu é maior do que o tempo. E seguirá sendo perpetuado".

 

A morte de Manoel Carlos

Morreu na noite de sábado (10), no Rio de janeiro, o autor, diretor, produtor e escritor Manoel Carlos, aos 92 anos. Conhecido carinhosamente como Maneco, o dramaturgo estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde fazia tratamento contra a Doença de Parkinson.

"É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Manoel Carlos Gonçalves de Almeida, carinhosamente conhecido como Maneco, ocorrido hoje, aos 92 anos. O velório será fechado e restrito à família e amigos íntimos. A família agradece as manifestações de carinho e solicita respeito e privacidade neste momento delicado", disse comunicado publicado na web.

Figura central da teledramaturgia brasileira, Manoel Carlos construiu uma carreira marcada por mais de 15 novelas na Globo, entre elas sucessos como Laços de Família (2000), Mulheres Apaixonadas (2003) e Por Amor (1997). Seus folhetins ficaram conhecidos por retratar o cotidiano carioca, especialmente o bairro do Leblon, e pelas protagonistas chamadas “Helenas”, mães que simbolizavam força e devoção aos filhos.

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