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Cidade Subterrânea: Bastidores e rotina do metrô de SP são tema de nova série documental

Série Cidade Subterrânea mostrará detalhes do dia a dia do metrô


Foto de Cidade Subterrânea
Agente de segurança do metrô de SP, que estará no Cidade Subterrânea - Foto: Divulgação
Por Daniel César

Publicado em 26/03/2026 às 18:25,
atualizado em 26/03/2026 às 18:26

A operação do sistema metroviário de São Paulo e as dinâmicas sociais que ocorrem dentro das estações são o foco da série documental Cidade Subterrânea. O projeto, uma parceria entre a Endemol Shine Brasil e a Globo, estreia nesta quinta-feira, 26 de março de 2026, com exibição no canal GNT às 21h45, além de desdobramentos como quadro no Fantástico e disponibilidade no catálogo do Globoplay (plano Premium).

Sob a direção de Eduardo Rajabally, a produção registrou áreas de acesso restrito, como o Centro de Controle de Operações (CCO), os setores de manutenção de trens e a Sala de Inteligência e Segurança. Para captar a movimentação sem interferir no fluxo do transporte, as equipes de filmagem trabalharam em sistema de plantão durante diferentes turnos. A narrativa utiliza recursos técnicos variados, incluindo imagens de câmeras de segurança e registros de câmeras corporais acopladas aos uniformes dos agentes de segurança.

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No âmbito da segurança e do atendimento ao usuário, o documentário aborda o monitoramento contra furtos, o combate ao comércio ambulante e a repressão a casos de assédio. A série também expõe o protocolo de saúde vigente no sistema: todos os funcionários do metrô possuem treinamento em primeiros socorros e certificação do Instituto do Coração (Incor) para o uso de desfibriladores externos automáticos em casos de parada cardíaca.

Dados operacionais revelam a recorrência de emergências médicas no modal. Em 2025, foram registrados 6.180 casos de mal súbito, o que representa uma média de 515 ocorrências mensais. Entre as histórias relatadas nos episódios, está o atendimento de uma enfermeira, identificada como Antônia, que sobreviveu a uma parada cardíaca em um corredor de acesso após a intervenção imediata dos agentes de segurança até a chegada do Samu.

Além do aspecto operacional, a série intercala o cotidiano dos funcionários com relatos de passageiros. O formato busca traçar um perfil do público que utiliza a rede ferroviária, apresentando as motivações de deslocamento e as histórias pessoais de quem transita diariamente pelas plataformas da capital paulista.

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