Helena mais criticada, Taís Araújo comenta morte de Manoel Carlos
Atriz agradece a Maneco pela coragem de levar à tela a primeira Helena negra e rica: 'Quebrou um padrão'
Publicado em 11/01/2026 às 15:35,
atualizado em 11/01/2026 às 15:38
A morte de Manoel Carlos, o eterno Maneco, gerou uma onda de comoção entre fãs e estrelas que deram vida às suas famosas Helenas. Entre os relatos mais emocionantes, destaca-se o de Taís Araújo, que interpretou a protagonista em Viver a Vida (2009).
Taís ressaltou a habilidade única do autor de transformar o cotidiano do Rio de Janeiro em dramas que paravam o país. Para a atriz, o talento de Maneco ia além do entretenimento: ele ajudava o brasileiro a repensar seus próprios valores e a recontar a história da nossa sociedade.
"O talento do Manoel Carlos jamais vai nos deixar porque ele tinha o poder de mexer com o imaginário do público brasileiro. E fazia isso a partir de um Rio de Janeiro que parecia leve mas que logo abria as portas para todas aquelas famílias tão conflituosas com seus dramas, suas fragilidades, seus sonhos", escreveu ela.
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A Helena que quebrou barreiras
Taís Araújo não poupou agradecimentos ao falar sobre o peso de sua personagem na história da teledramaturgia. A atriz destacou que sua Helena foi um divisor de águas, permitindo que o público visse, pela primeira vez, uma mulher negra em um posto de alto prestígio socioeconômico em uma novela das nove.
"Ela quebrou um padrão. Isto tem um valor imenso. Muitas mulheres ainda me agradecem por nossa Helena que abriu tantas portas", afirmou a atriz, emocionada.
Ela não comentou o fato de que sua Helena foi uma das mais criticadas entre todas de Maneco e que ela própria chegou a dizer mais de uma vez que viveu um período de intenso sofrimento durante Viver a Vida.
Um legado de coragem
A atriz reforçou que a existência dessa personagem só foi possível graças à audácia de Manoel Carlos em enfrentar desafios e fugir do óbvio em sua vasta carreira. "O talento do Manoel Carlos jamais vai nos deixar porque ele tinha o poder de mexer com o imaginário do público brasileiro", finalizou Taís, desejando que o autor "vá em paz".
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