Homenagem

Glória Perez relembra morte de Daniella Perez: "Dia que não para de doer"

Atriz foi assassinada há 27 anos

Glória Perez relembra morte de Daniella Perez:
Daniella Perez ao lado de Glória Perez - Foto: Reprodução/Instagram

Publicado em 28/12/2019 às 15:05:00 ,
atualizado em 28/12/2019 às 15:21:38

Por: Redação NT

Glória Perez voltou a relembrar de Daniella Perez neste sábado (28), exatos 27 anos do assassinato da atriz, que aconteceu. A autora publicou nas redes sociais um vídeo antigo da filha dançando em casa enquanto segurava um gato.

“28/12/1992, um dia que não para de doer. Nossa casa já foi assim, só música, dança e alegria”, escreveu a escritora. As imagens foram gravadas em outubro de 1991 e mostrava uma Daniella alegre.

Vários famosos se manifestaram na publicação feita por Glória e lamentaram o ocorrido. “Saudade imensa. Dia que dói sempre”, postou Claudia Maro. “Dani, minha irmãzinha do coração! Estrela que nunca vai se apagar... alma linda, pessoa linda, saudade eterna”, publicou Cristiana Oliveira.

A atriz foi assassinada no dia 28 de dezembro de 1992 pelo seu colega de elenco da novela "De Corpo e Alma", Guiherme de Pádua, com participação da mulher Paula Thomaz.

Guilherme atualmente está solto, tem um canal de vídeo no Youtube e se converteu a religião evangélica, pregando em igreja como pastor.

Assassinato de Daniella Perez

Daniella Perez foi morta com 18 golpes de tesoura na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A primeira prisão do assassinato ocorreu em apenas 24 horas. A notícia de que Guiherme de Pádua era o assassino chocou todo o Brasil.

Ele foi levado à delegacia e, de início, negou envolvimento no caso. Entretanto, acabou confessando horas mais tarde. Paula Thomaz chegou a confessar participação no crime mas depois tentou voltar atrás no depoimento. Os dois foram presos no dia 31 de dezembro.

Guilherme chamou para si toda a responsabilidade do crime, porém, oito meses depois, em agosto de 1993, ele mudou seu depoimento afirmando que Paula também estava no local e que ela havia participado da morte.

Os dois foram condenados a 19 anos de prisão, entretanto, graças ao bom comportamento, foram soltos em 1999, com apenas sete anos de pena cumprida.




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