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Crítica ao STF

Datena reage à anulação de condenações de Lula: "Antes estava na cadeia, agora vai ser candidato"

Apresentador debochou da decisão de Edson Fachin a tornar o ex-presidente elegível

Datena durante o Brasil Urgente
Datena criticou decisão de anulação das condenações de Lula. Foto; Reprodução
Redação NT

Publicado em 08/03/2021 às 17:30:00,
atualizado em 08/03/2021 às 18:48:54

Durante o Brasil Urgente na tarde desta segunda-feira (8), José Luiz Datena questionou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que anulou todas as condenações do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva na operação Lava Jato. Com isso, o político está elegível para as próximas eleições, em 2022. Ao anunciar a notícia no programa, Datena demonstrou insatisfação com a decisão.

"Do jeito que nós estamos nesse país, vale tudo. Outro dia estava na cadeia, agora vai ser candidato", afirmou o apresentador, em tom de deboche, sem citar o nome de Lula. "Esse país está caminhando para um caos que a gente não sabe como vai terminar", completou Datena, que também ficou revoltado com mais um aumento no preço de combustíveis.

Datena também criticou o governador João Dória

Recentemente, o apresentador voltou a criticar João Doria por conta do decreto de fase vermelha no estado de São Paulo, com medidas mais restritivas contra a Covid-19.

Mostrando imagens do metrô de São Paulo superlotado, o radialista questionou a eficácia de "fechar tudo" enquanto aglomerações no transporte público continuam acontecendo.

"Eu queria perguntar, então, para o governador de São Paulo, para o prefeito de São Paulo, como é que eles querem lockdown se eles vão manter o transporte coletivo desse jeito? De que adianta você fechar bar e restaurante e quebrar os caras, e deixar o transporte coletivo assim, como foi na primeira onda? Que que vai adiantar?", disparou Datena.

"Vocês só vão deixar os donos de empresa de ônibus mais ricos, o metrô vai faturar o que tem que faturar, a CPTM vai faturar o que tem que faturar, os busões vão faturar o que tem que faturar, e o povão vai se contaminar aí dentro", prosseguiu, enquanto mostrava imagens gravadas em celular por um funcionário da Band.



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