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Johnny Depp

Vilão de "Animais Fantásticos 2" é comparado a Donald Trump

Johnny Deep em “Animais Fantásticos - Os Crimes de Grindelwald”
Divulgação
Taty Bruzzi

Publicado em 06/11/2018 às 20:53:19

Entra em circuito no próximo dia 15 de novembro o filme “Animais Fantásticos - Os Crimes de Grindelwald”.

Estrelado por Johnny Depp, a produção pertence a uma franquia de cinco longas baseados nos contos de JK Rowling, autora da saga Harry Potter.

Ambientada em Paris dos anos 20, a trama foca na história do vilão Gellert Grindelwald na busca pelo poder e divisão dos bruxos “puro-sangue”.

Segundo Callum Turner, intérprete de Theseus, irmão mais velho do bruxinho vivido por Eddie Redmayne, o longa alerta para pequenas coisas que seduzem as pessoas.

Agora, alguns colegas de elenco apontam semelhanças entre o personagem de Depp e o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Vilão de \"Animais Fantásticos 2\" é comparado a Donald Trump

Para Katherine Waterston, que dá vida a uma agente de segurança mágica, o vilão é um pouco mais sutil que o político norte-americano. “Todo bandido é mais sutil e com mais nuances que Trump. Ele é como o cara mais malvado de todos os tempos”, revelou.

A atriz acha curioso o fato da autora britânica ter criado a história muito antes das eleições estadunidenses acontecerem. “Pessoas brilhantes, se elas estão prestando atenção ao modo como o mundo está indo, elas realmente tendem a prever o futuro. Acho que é por prestar muita atenção. E ela é muito politicamente ativa", opina.

Já para o ator Ezra Miller (Creedence Barebone) Grindelwald compartilha semelhanças com muitos líderes ao longo da história. "Eu acho que está se aproximando de temas universais que, com certeza, você pode olhar para todos os autocratas de toda a história e pensar 'Sim, eles são todos desse tipo, com certeza'", ressalta.

"Há um período em que eles apenas convencem a todos de que eles estão do seu lado e eles vão conseguir bons empregos para vocês e vai ser incrível. E é assim que a tirania funciona", diz. "Como no começo eles te convencem de que têm o direito de te governar. E então eles se armam e vão para cima. É uma história universal", conclui.

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