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Aos 87, Francisco Cuoco recebe segunda dose de vacina contra Covid-19

Ator está imunizado contra a doença

Francisco Cuoco
Francisco Cuoco foi vacinado - Foto: Reprodução/Globo
Redação NT

Publicado em 05/03/2021 às 16:42:00

Francisco Cuoco, de 87 anos, usou seu perfil do Instagram nesta sexta-feira (5) e anunciou que recebeu a segunda dose da vacina contra o novo coronavírus. O ator publicou o momento que recebeu a imunização, em um posto de saúde de São Paulo. Ele agradeceu aos cientistas e se mostrou muito feliz com o episódio.

“Dia de tomar a segunda dose, obrigado aos cientistas pela grande descoberta. Vamos tomar para o fim da pandemia. Encontrei amigos na fila (risos), momentos de amizade. Beijos”, legendou o vídeo em que ele aparecia tomando a injeção no braço.

Por fazer parte do grupo de risco, Francisco está em isolamento social na capital paulista desde o momento que começou a pandemia, em março do ano passado. O veterano artista revelou que passou a sofrer com a depressão, pois os filhos vivem em outras cidades e ele mora apenas com a irmã.

“Devagarinho, com ajuda dos filhos, eu fui me recuperando. Acho que hoje em dia estou bem melhor", relatou em entrevista ao apresentador Pedro Bial, em fevereiro deste ano. O programa fez uma homenagem ao artista, galã de sucesso desde os anos 1960.

Longe das novelas desde Segundo Sol (2018), ele deseja voltar logo à telinha, assim que passar a pandemia. "Eu não tenho encontrado algo que substitua toda aquela atividade, toda aquela entrega, aquela dedicação. Eu gostaria de em algum momento estar fazendo novela novamente. Acho que ainda tenho vigor para isso”.

Francisco Cuoco e o beijo técnico

No Conversa com Bial, Francisco Cuoco afirmou que acredita ter dado mais de 300 beijos técnicos durante a carreira. Em cenas mais calientes, já sentiu desejos para além do personagem. "É atiçar com o fogo muito perto do fogo. Então, eu confesso que em muitos momentos houve uma tentação."  

Durante a entrevista na Globo, o veterano também lembrou a parceria de sucesso com a novelista Janete Clair, elegendo o taxista Carlão, de Pecado Capital (1975), como o personagem de sua vida. Ele também relembrou o ingresso na TV, quando começava a despontar no cinema, no início da carreira.

"Na minha visão, a televisão era uma coisa muito popular, que atingia todas as classes sociais. Isso me impressionou porque o teatro acabava sendo muito limitado e restrito. Então eu pensei: ‘Bom, é uma penetração incrível e por aqui eu vou trilhar alguma coisa’. E eu fui navegando", refletiu.

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