Revelação

Neto diz: "Eu transaria com Pabllo Vittar"

Apresentador da Band elogia beleza de cantora; confira

Neto diz:
A cantora Pabllo Vittar e o apresentador Neto

Publicado em 03/07/2020 às 17:20:48 ,
atualizado em 03/07/2020 às 17:42:57

Por: Paulo Pacheco

Apresentador da Band, Neto está muito bem casado com Sandra Nicolau, com quem subiu ao altar há quatro anos, mas elegeu seu símbolo sexual se estivesse solteiro: Pabllo Vittar.

Em seu canal no YouTube, o ex-jogador e comentarista esportivo elogiou a beleza de Pabllo ao comentar uma notícia sobre os "seios falsos" da cantora maranhense.

"Eu transaria com o Pabllo Vittar com o maior prazer do mundo!", disparou Neto, para surpresa de Renato Nalesso, conhecido como Cascão, produtor de Os Donos da Bola, programa do apresentador na Band.

"É mesmo?", questionou Cascão, que aparece no vídeo lendo notícias para o ex-jogador no quadro Tudo Menos Bola.

Neto voltou a elogiar Pabllo: "Opa! Se eu não fosse casado, o quê, pô! Se aquele loirão aparecer do meu lado, rapaz…". O produtor reforçou a pergunta sugerindo que a cantora é drag queen: "Mas sabendo ou sem saber?".

O apresentador insistiu: "Sabendo! Beijava na boca e tudo. Eu acho ele lindo, maravilhoso!". Cascão concordou com o ex-jogador: "Mas é bonito mesmo".

O titular de Os Donos da Bola continuou ressaltando seu interesse sexual pela cantora: "É verdade! Se eu não fosse casado, namoraria ele fácil".

“Temos muito mais a conquistar”, afirma Pabllo Vittar

Em entrevista exclusiva ao NaTelinha, Pabllo Vittar afirmou que, embora tenha consolidado seu sucesso com mais de 10 milhões de fãs nas redes sociais e diversos hits emplacados, o preconceito ainda está longe de ser superado.

"Há uma batalha importante para ampliar a visibilidade no Brasil e para combatermos as injustiças, a homofobia e alcançar oportunidades iguais", disse. A artista avalia que há um longo caminho a percorrer no combate à discriminação e à intolerância contra a população LGBTQ+.

"Ainda temos muito mais a conquistar. Estaremos em situação adequada quando tivermos nossas manas sendo vistas como são, podendo andar nas ruas sem ser vítima de discriminação, entrar na escola para estudar sem ser agredida ou mesmo conseguir uma vaga de emprego sem ser marginalizada", destacou.





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