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Kaysar, nunca foi tão fácil ganhar um "BBB"

Coluna analisa o confinamento do "BBB18"


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Kaysar: o sírio mais brasileiro do Brasil - Reprodução

No ar há pouco mais de 15 dias, o "BBB18" está pegando fogo. Mas a disputa para ganhar o prêmio provavelmente não será tão quente assim.

Chegando a abrigar 20 participantes no início do confinamento (sendo dois valendo como um só, a família Lima), poucos ali conseguiram galgar a posição de postulante à campeão.

Poucos não. Apenas um até o presente momento conseguiu tal façanha: Kaysar Dadour. O sírio mais brasileiro do Brasil.

Enquanto alguns se escondem como o próprio apresentador Tiago Leifert mandou o recado nesta semana sobre "vencer por WO", outros se defendem arquitetando votos e postergando sua saída, além dos que dão escândalo.

Ninguém ganha o "Big Brother Brasil" fazendo futrico, falando mal do coleguinha e combinando votos.

O "BBB" é produzido pela Globo desde 2002 e a maioria dos confinados parece que nunca assistiu sequer a uma edição. O comportamento vai na contramão do manual para se ganhar um programa assim.

Kaysar é espontâneo, divertido, bem humorado e totalmente relax. Não fala mal de ninguém, não combina votos. Um figuraça.

A falta de concorrente faz o programa terminar logo no começo e a expectativa para sabermos o vencedor é zero. É como se fosse uma partida entre Íbis e Barcelona. O vencedor já sabemos, basta aguardar o apito do juiz.

Brigam pelo segundo lugar Wagner e Gleici, sobretudo se formarem um casal. O restante está na fila para ver quem sai primeiro.

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