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Carnaval na TV: da Bahia, passando pelo Rio e parando no inacreditável

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Divulgação
Redação NT

Publicado em 14/02/2015 às 17:54:59

Estamos em época de Carnaval! Furdunço, confusão, babado, gritaria, diversão e muita festa tomam conta do país neste minuto, e não poderia ser diferente na televisão.

Fora a Record (em âmbito nacional, pois na Bahia, por exemplo, a emissora transmite o Carnaval), todos os canais estão com programação especial. A Globo tem os desfiles de escolas de samba do Rio e de São Paulo, que são um espetáculo grandioso, cheio de alegorias, enredos.

Algumas vezes são até chatos, dependendo do desfile e do tom que os apresentadores dão para a transmissão. Porém, se guiando ao profissionais escalados (Chico Pinheiro e Monalisa Perrone em SP, Alex Escobar e Mariana Gross na Séria A do Rio e Luís Roberto e Fátima Bernardes no Grupo Especial do Rio), isso não acontecerá.

O SBT, como faz desde 2012, voa para mostrar o Carnaval baiano, com uma estrutura enorme. Na primeira noite, Eliana, Celso Portiolli e Léo Sampaio foram os apresentadores.

Como emissora oficial, o SBT acaba fazendo uma cobertura bem diferenciada. Como alívio cômico, que todo ano a emissora prepara, o canal enviou Murilo Couto, do "The Noite", um paraense no meio da Bahia.

Além disso, a afiliada do SBT na Bahia, a TV Aratu, tem ficado o dia inteiro ao vivo praticamente, e quando não está, transmitem tudo pela internet. Baita investimento.

Já a Band, além do carnaval baiano com Luiz Bacci, Patrícia Maldonado e Lígia Mendes, e aquela coisa grandiosa que é o camarote Planeta Band, a emissora do Morumbi ainda transmite o famoso Galo da Madrugada, do Recife, e o carnaval no marco-zero, que é absolutamente gostoso de se ver, pela qualidade musical. Normalmente, o carnaval na Band não dá muita audiência, mas a qualidade da cobertura é sempre muito boa.

Na RedeTV!, a cobertura é... bem, é inacreditável. Não tem como não falar isso. O "Bastidores do Carnaval", com Flávia Noronha e Nelson Rubens, faz o trash ser elevado a um outro nível. Não dá pra ser encarado como sério, é mais uma diversão para aqueles que ficam em casa e não gostam de ver festas na televisão.

É divertido, maluco, até insano. Tem que ser muito criativo para fazer aquilo que fazem. Logicamente, olhando pelo lado bom, porque pelo lado ruim é certamente curioso que aquilo seja exibido em rede nacional.

Enfim, as opções para o Carnaval são enormes. Se você gosta, aproveite! Se não gosta, descanse, mas aproveite também! Bom carnaval, leitores!

 

Gabriel Vaquer escreve sobre mídia e televisão há vários anos. No NaTelinha, além da coluna “Antenado”, assinada todos os sábados, é responsável pelo “Documento NT” e outras reportagens. Converse com ele. E-mail: gabriel@natelinha.com.br / Twitter: @bielvaquer

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