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Globo, Band e seus ex-boleiros nas Copas do Mundo

Confira novo artigo da coluna "Papo de Bola"

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Ronaldo comentará a Copa do Mundo pela Globo
Redação NT

Publicado em 10/06/2014 às 17:44:10

12 ex-jogadores serão comentaristas da Copa do Mundo nas duas emissoras abertas que mostrarão os jogos. Não são todos que possuem a honra de disputar uma edição da maior competição do planeta. Assim aconteceu, por exemplo, com Djalminha. Ele estava cotado para jogar na Ásia em 2002, mas se desentendeu com o técnico de seu time, o La Coruña, e deu-lhe uma cabeçada durante um treinamento. Aquilo foi decisivo para Luiz Felipe Scolari não chamá-lo. Uma pena isso ter acontecido, Djalma jogava muito. Mas tal deslize não devia ocorrer.

Outro comentarista da Rede Bandeirantes que nem sequer se aproximou de uma Copa foi Pedrinho, aí porque as constantes lesões atrapalharam o andamento da sua carreira nos próprios clubes, o que impediu também uma trajetória na Seleção Brasileira. O mesmo distanciamento ocorreu com Ronaldo Giovanelli, aí por opção dos treinadores. Ele foi chamado por Carlos Alberto Parreira para um amistoso em 1993, o Brasil perdeu e o goleiro roqueiro não foi mais convocado. Tem ainda o Neto, que muita gente lamenta que não tenha disputado o Mundial na Itália, em 1990, ano em que esteve no auge e foi decisivo para levar o Corinthians ao título brasileiro.

Dos comentaristas da Band, os que disputaram Copa do Mundo foram dois. Denílson foi vice-campeão em 1998 e campeão em 2002, edição na qual entrou em todas as partidas com exceção de uma. Não há como esquecer a imagem dele perseguido pelos quatro turcos na semifinal. Presente também esteve Edmundo, justamente na França. Ele chegou a ser escalado para a decisão, mas depois surgiu novamente Ronaldo Nazário.

Ronaldo, que fará os jogos do Brasil pela Rede Globo, estava com a condição de protagonista em 1998 após ser o "caçula" de 1994. Até hoje tá mal explicada aquela história da convulsão, sinceramente. Mas enfim, agora já foi mesmo e não adianta chorar, como diria Fiori Gigliotti. Ele teve uma segunda chance. Foi em 2002, quando não havia boas perspectivas devido a tantos e tão graves problemas médicos. Incentivado por Felipão, deu de ombros para os percalços e foi "o cara" no título na Coreia e no Japão. Na Copa de 2006, estabeleceu o recorde de maior artilheiro na história do torneio, mas o Brasil parou nas quartas-de-final diante da "asa negra" França.

Roberto Carlos ficou marcado por aquela derrota para os franceses devido à famosa abaixada para ajuste da meia no lance que resultaria no gol do Henry. Antes disso, também foi campeão em 2002 e vice em 1998. Enquanto isso, Juninho Pernambucano foi convocado em 2006. Foi pouco para alguém tão bom quanto ele. Dos analistas ex-jogadores da Globo, apenas Roger Flores nunca foi chamado para um Mundial de Seleções.

E os titulares da casa? Júnior foi destaque no Brasil que parou na fase semifinal de 1982, na famosa "tragédia do Sarriá" na Espanha, e também esteve na edição de 1986, para a qual Casagrande foi convocado.


Edu César é titular do site www.papodebola.com.br e está de volta ao NaTelinha para falar sobre a cobertura da Copa do Mundo pelas TVs.
 

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