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Antenado: "A Liga" mostra porque é o melhor programa da TV

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Divulgação/Band
Redação NT

Publicado em 24/07/2013 às 10:05:10

Desde sua estreia, em 2010, “A Liga” já mostrava que era um belo programa para as terças. Porém, o que se viu nas duas últimas semanas, nas edições sobre funk ostentação e cura gay, foi algo de encher os olhos do telespectador.

Neste ano, a atração da Band mostrou uma edição de puro jornalismo, exibindo choques de realidades e de opiniões. O programa sobre homossexualidade, nesta terça (23), onde Cazé e Thaíde colocaram uma drag-queen e um pastor evangélico que se diz ex-gay frente a frente foi tenso, mas bastante oportuno e interessante.

O resultado final ficou excelente. Uma pena que a audiência não foi a mesma: enquanto na estreia da nova temporada o programa fechou com 11 pontos, ontem a média prévia foi de 4 pontos.

Mas enfim, vamos falar das novidades deste ano: as entradas de Mariana Weickert, China e Rita Batista.

Mariana, pelo que vi, entrou bem, com a pegada de "A Liga", sendo aquela moça de beleza que mostra que não é nenhuma idiota. China ainda não apareceu muito, mas o pouco que fez, também foi bem. Rita Batista, dos novatos, é a melhor até agora. Confesso que nunca duvidei de seu potencial, já que acompanho ela desde os tempos de Band Bahia.

Criticada no seu estado por ter ido para São Paulo, para fazer um “programa de fofoca”, o extinto “Muito +”, Rita mostra porque a Band apostou nela e apostou certo. É aquele negócio que uma pessoa muito querida me disse: primeiro se faz o que tem, pra depois fazer o que gosta.

Bom, falar de Cazé, que admiro faz muito tempo, e de Thaíde é meio que chover no molhado. Aliás, falar bem de “A Liga” é chover no molhado. O programa lembra demais o “Documento Especial”, jornalístico que marcou época nos anos 90 na Manchete e no SBT, melhorado e mais bem produzido.

Ver “A Liga” é um orgulho que tenho, por ser puro jornalismo e nada mais. É o melhor programa da TV, disparado.
 

Gabriel Vaquer escreve sobre mídia e televisão há vários anos. Além do “Antenado”, é responsável pelo “Documento NaTelinha”. Converse com ele. Twitter: @bielvaquer
 

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