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Coronavírus

Sônia Abrão defende quarentena e dispara: “Se você não acredita, experimente”

Apresentadora pediu para população permanecer em isolamento domiciliar

Sônia Abrão defende quarentena e dispara: “Se você não acredita, experimente”
Sônia Abrão pediu para população manter isolamento social - Foto: Divulgação

Redação NT

Publicado em 27/05/2020 às 17:00:46

Sônia Abrão abriu o A Tarde É Sua desta quarta-feira (27) fazendo um desabafo para defender a quarentena imposta por causa da pandemia do novo coronavírus e pediu para que a população ficasse em casa. A jornalista falou diretamente com parte dos brasileiros que não acredita na proliferação da Covid-19 e pediu para que essas pessoas permaneçam em suas casas.

“Vamos ficar mais quinze dias em casa para ajudar o sistema de saúde e evitar lotação”, disse Sônia enquanto começava o A Tarde É Sua dando notícias sobre o afrouxamento da quarentena no Estado de São Paulo e que foi anunciada pelo governador João Dória.

A apresentadora lembrou ainda que o pico da pandemia chegou a ser previsto para o mês de abril, mas não aconteceu por causa dos cuidados de higiene. Ela afirmou que leu estudos sobre o caso e que o Brasil já pode estar no pico, por isso pediu que a população ficasse mais quinze dias em quarentena.

“Se você não acredite, experimente, faça o teste. Fique em casa para ver como vai dar resultados”, garantiu a funcionária da RedeTV! O pensamento de Sônia Abrão é diferente do que já afirmou publicamente um dos sócios da emissora, Marcelo de Carvalho, que chegou a pedir mais de uma vez o fim da quarentena e chamou o isolamento de inútil.

Sônia Abrão fala da quarentena

A frase de Sônia Abrão sobre a importância do isolamento domiciliar vai de encontro ao que vem sendo dito pelas autoridades de Saúde. O Brasil está sob quarentena na maioria das cidades desde a terceira semana de março e mesmo assim se tornou o epicentro do coronavírus no mundo.

Atualmente o país conta com mais de 300 mil casos confirmados da Covid-19, além de quase 25 mil mortes. No mundo, o coronavírus já contaminou mais de 4 milhões de pessoas e matou mais de 350 mil pacientes.

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