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Morto em tragédia aérea, Gabriel Diniz pegou o hit "Jenifer" de Gusttavo Lima

Cantor falou sobre sua carreira no "The Noite com Danilo Gentili"


Gabriel Diniz e Danilo Gentili
Gabriel Diniz foi entrevistado por Danilo Gentili no The Noite - Foto: Gabriel Cardoso/SBT

Na tarde desta segunda-feira (27), o Brasil foi pego de surpresa com a notícia da queda de um avião no litoral de Sergipe. Gabriel Diniz, dono do hit “Jenifer”, estava entre os passageiros da aeronave e morreu. Ele tinha 28 anos e voltava de um show em Feira de Santana, na Bahia. 

Meses antes de falecer, Gabriel Diniz esteve no “The Noite” no final de março deste ano e fez uma declaração polêmica. Ele teria pegado a música do sertanejo Gusttavo Lima.

A revelação aconteceu após Danilo Gentili questionar como ele descobriu um sucesso como é o caso da música e ele afirmou categoricamente: “A música estava reservada para o Gusttavo Lima e eu peguei”.

O cantor explicou que conseguiu negociar porque se apaixonou pela canção e percebeu seu grande potencial e, assim, garantiu os direitos para interpretar “Jenifer”. A música se tornou um grande sucesso em 2019, sendo uma das mais tocadas do momento.

Gabriel contou que encontrou a canção em uma de suas viagens a Goiânia e que, mesmo sabendo do potencial, não imaginava que ela tomaria essa proporção. O clipe de “Jenifer” é interpretado por Mariana Xavier e já conta com mais de 200 milhões de execuções no YouTube.

O cantor fez questão de esclarecer que não houve nenhum problema com Gusttavo Lima por conta da música ter ficado com ele. Segundo ele, o amigo compreendeu e ficou muito feliz pelo sucesso do projeto..

Vale lembrar que, graças ao hit “Jenifer”, Gabriel Diniz tem participado nos últimos meses de praticamente todos os programas dos canais de televisão aberta no Brasil. Na Globo, ele já esteve inclusive juntamente com Mariana Xavier, como aconteceu no "Encontro", em meados de janeiro.

No “The Noite”, o cantor explicou que, para escolher uma música, ele estuda todos os ângulos e não apenas sua execução em si. Ele afirmou que é preciso analisar a questão artística, mas também a mercadológica e a visão do marketing, para que não haja risco de erro.

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