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Em entrevista, Cabrini diz que esquerda criou confusão sobre Direitos Humanos no Brasil

Crítica foi no programa "Morning Show"


Roberto Cabrini no estúdio do "Morning Show", sentado e com um microfone em sua frente.
Roberto Cabrini foi entrevistado pelo "Morning Show". Foto: Reprodução/Youtube

O jornalista Roberto Cabrini afirmou que a esquerda criou uma confusão sobre a agenda dos Direitos Humanos no Brasil. A fala aconteceu durante entrevista ao programa “Morning Show”, da Rádio Jovem Pan, na manhã desta quinta-feira (25).

Questionado por Caio Copolla, um dos membros do programa e forte defensor da agenda conservadora no país, Cabrini afirmou que Direitos Humanos não são da esquerda. “A Esquerda se apossou da expressão e criou uma confusão no Brasil”, disse.

Ele explicou ainda que a expressão e a defesa não pertencem à esquerda e muito menos à direita e lembrou também que acredita que a agenda deveria ser de todos, mesmo dos conservadores. “É possível ser conservador e defender os direitos humanos”, sentenciou.

Cabrini realizou uma série de programas em defesa dos Direitos Humanos e denunciando violações desses direitos. O “Morning Show”, inclusive, antecipou que o jornalístico “Conexão Repórter”, que Roberto comanda no SBT, venceu a edição 2019 do “Troféu Imprensa”, gravado na última terça (23) e que será exibido no próximo domingo (28).

O jornalista, que é considerado um dos mais importantes do país, reclamou ainda da cobertura política que o jornalismo brasileiro vem realizando. “Tem uma excessiva partidarização das coberturas políticas”, explicou ele, garantindo que não é possível assistir a um jornal sem que fique nítida a partidarização. “A gente não consegue mais ver um jornal sem que se veja o exagero nas críticas ou nos elogios ao presidente Bolsonaro”, decretou.

Cabrini também falou sobre corrupção e salientou que o problema se tornou crônico no Brasil, mas também acabou por criar uma discussão maniqueísta de direita ou esquerda: “Corrupção não é privilégio da esquerda ou direita. É um desvio de conduta da humanidade”.

Na entrevista, ele lembrou ainda que não gostaria de ter dado a notícia da morte de Ayrton Senna, ocorrida em primeiro de maio de 1994.

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