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Rafa Kalimann apaga post de pastor com falas homofóbicas e Gil do Vigor responde

Gil do Vigor também repreendeu Rafa Kalimann


Rafa Kalimann e Gil do Vigor
Rafa Kalimann é repreendida por Gil do Vigor - Foto: Divulgação
Por Redação NT

Publicado em 31/05/2021 às 10:35,
atualizado em 31/05/2021 às 11:31

Rafa Kalimann foi parar entre os assuntos mais comentados do Twitter nesse domingo (30) depois de publicar um vídro em que um pastor discorda mas respeita o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo, com falas consideradas homofóbicas. Nas redes sociais, a apresentadora foi criticada, e Gil do Vigor, também se posicionou.

O vídeo foi publicado no Instagram, onde ela acumula mais de 21 milhões de seguidores. O pedido de desculpas, porém, veio em outra em rede social, no Twitter. "Meu intuito era repassar aquilo para aqueles que tratam mal os LGBT's por conta da religião, para de uma vez por todas isso parar", explicou a influenciadora.

E continuou: "Sinto muito se ofendi, se pareceu que eu discordo de relacionamentos homoafetivos. Jamais! Estavam levando como uma opinião minha, e está longe de ser". Ela salientou, ainda, que recebeu o conteúdo justamente de um amigo homossexual.

Gil do Vigor repreendeu: "A questão é que ele disse que tem valores e que acha errado, mas respeita. É contra isso que lutamos. Contra pessoas que acham que relacionamentos homoafetivos são errados e contra os valores".

Rafa concordou: "Eu quis direcionar pra quem usa da religião pra desrespeitar. Errei em não ter prestado mais atenção no vídeo. JAMAIS seria essa minha opinião. Eu repudio qualquer ato de homofobia. Errei e apaguei. Desculpas". "Entendo Rafa, e acho válido e nobre quem reconhece e pede desculpas. Vigora", pediu ele.

O vídeo postado por Rafa Kalimann

O conteúdo em questão trata-se de um vídeo do pastor Cláudio Duarte, que falou o que pensa sobre casamento homoafetivo. "Não sou a favor. Por mais que eu respeite, tenho as minhas convicções. Tenho a base daquilo que acredito. Eu fui criado, é até algo difícil de falar. O meu pai se casou diversas vezes, e eu fui criado por muitas famílias diferentes. Por onde passei, muitas vezes saí desses lares porque não falava. Porque não cumpria o padrão daquela casa. Me via mudando. Não fui maltratado, mas tinha o padrão de uma casa que não era a outra, e quando estava lá, não seguia aquele padrão."

"O que eu falava me causava mal. Em um desses lares, vivi com um cara que foi meu irmão. Ele tinha uma situação melhor que a minha, eu usava as roupas dele. Se você me perguntar se eu acho certo, eu vou dizer que não. Mas isso não nos torna inimigos. Por que não vou sentar com você e bater um papo? Por que não posso te dar um abraço e te respeitar? Por que você não pode fazer uma visita à igreja que eu pastoreio e ser bem recebido? Essa coisa absurda da extremidade que torna o mundo no que está. Nunca vou negociar com divórcio, adultério, com homossexualidade. Não vou negociar, mas vou amar, vou respeitar", disse o pastor.

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