Disputa judicial

Ex-empresário processa Tiago Iorc e pede R$ 670 mil de indenização

Cantor é acusado de danos morais

Ex-empresário processa Tiago Iorc e pede R$ 670 mil de indenização
Tiago Iorc - Foto: Reprodução

Redação NT

Publicado em 22/10/2020 às 18:12:51

Nesta quinta-feira (22), veio a público o processo contra Tiago Iorc movido por Felipe Simas, seu ex-empresário, que está pedindo R$ 670 mil de indenização por danos morais, além de um pedido de retratação do cantor.

Na ação, o famoso está sendo acusado de romper, sem a alegação de motivo justo, o contrato de dez anos que assinou pelo agenciamento de sua carreira.. "Felipe nunca havia exigido um contrato formal de agenciamento artístico, tendo pactuado sua remuneração e demais condições de trabalho de forma verbal, e essa modalidade funcionou muito bem durante 9 anos, até o momento em que o Tiago resolveu descartar o Felipe como seu agente artístico, sem aviso prévio, sem maiores explicações e sem pagar pelos valores legalmente devidos", disse a defesa de Simas.

Essa decisão, por parte de Iorc, aconteceu após a dupla Anavitória ter comunicado os seus seguidores de que o músico não permitiu que elas pudessem regravar Trevo, música feita em colaboração entre eles. Nessa época, onde Felipe ainda era empresário de todos eles, foi acusado por Tiago de estar sabotando o seu trabalho, de agir de má fé e de ainda privilegiar mais outros cantores. Os dois trocaram farpas públicas.

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Defesa de Tiago Iorc rebate acusações de ex-empresário

A defesa de Simas está requerendo que o antigo parceiro seja obrigado a retirar do ar os vídeos onde o cantor estaria difamando o ex-empresário, sob multa diária de R$ 5.000,00 em caso de desobediência, além do valor de R$ 671.558,41 de indenização e ressarcimentos.

Já a parte de Iorc rebateu as acusações, argumentando que ele era um produto pronto, que tinha sido descoberto pela Som Livre, além de negar a existência de contrato de agenciamento e de rescisão imotivada. Além disso, ainda garante que o convite de Simas foi inicialmente fechado para representá-lo no exterior, e só depois no mercado nacional como uma forma  de se autopromover às custas do cantor.

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