Renata Kuerten comanda concurso de modelos na RedeTV! e diz: "tenho evoluído"

"Conexão Models" vai ao ar todos os domingos

Fotos: Divulgação/RedeTV!
Por Redação NT

Publicado em 26/08/2016 às 10:30:30

Por Fabrício Falcheti e Thiago Forato
 

Exibido todo domingo, às 18h30, na RedeTV!, o programa "Conexão Models" está promovendo um concurso para escolher uma nova modelo que fará parte do casting da agência Mega Model.

Para isso, nas últimas semanas foram realizadas várias seletivas regionais com meninas entre 16 e 30 anos que sonham com a carreira de top model.

Depois dessa fase, 24 finalistas irão para a última etapa, que reunirá as competidoras numa luxuosa casa em São Paulo por oito semanas. Lá, elas receberão orientações para aprimorar seus próprios atributos e serão avaliadas pela convivência em grupo e por diferentes provas emocionantes. Ao final da disputa, além de prêmios que somam mais de um milhão de reais, as três primeiras colocadas ganharão também contratos com a Mega Model.

A apresentadora Renata Kuerten, que também é modelo, acompanha tudo de perto e, em entrevista exclusiva ao NaTelinha, fala como está sendo comandar o concurso e também o programa "Conexão Models", que estreou em março ocupando o lugar do "Chega Mais", que ela mesmo apresentava, mas ao lado de Adriano Dória e Matheus Mazzafera. "Tenho que carregar essa responsabilidade sozinha, mas acredito que tenho evoluído bastante", diz.

Confira:

NaTelinha - Como foi ficar um dia inteiro na seletiva do programa fazendo os entrevistas? Você disse que pediu por isso, foi uma forma de criar uma espécie de laço com as candidatas?

Renata Kuerten -
Foi maravilhoso. Andei a fila algumas vezes conversando e brincando com todas as candidatas. Em muitas delas, me vi no início de carreira. A energia daquele dia estava incrível!
 
NaTelinha - Houve alguma história de vida em especial que mexeu contigo durante a seletiva?

Renata Kuerten -
Percebi que cada candidata carrega sua história de vida. Todas elas são importantes e comoventes. Só de ficar em uma fila com outras 30 mil meninas em busca do sonho de virar modelo, elas já têm o meu respeito. Tem que ter muita garra, vontade e determinação para fazer isso.
 
NaTelinha - A seletiva escolhe meninas entre 16 e 30 anos. Para muitos, 30 já é uma idade avançada para a carreira. O que você pensa sobre isso? Há meninas com essa idade no programa em despontar na profissão?

Renata Kuerten -
Eu já tenho quase 30 anos e sinto que ainda tenho muito a fazer e a aprender. Esse negócio de idade, não tem nada de verdade. Conheço caso de meninas que começaram com 14 anos, mas que até os 30 não fizeram quase nada! De repente, alguém percebeu essas garotas e elas bombaram com 32, 33 e até 35 anos. O mercado mudou muito!
 
NaTelinha - Você disse também que sofreu com vários "nãos". Qual foi o "não" mais traumático que você tenha recebido, e tenha feito você, talvez, balançar?

Renata Kuerten -
Realmente recebi vários “nãos”. Todos eles são duros de ouvir, mas acredito que isso faz parte da vida. Não é só a aspirante a modelo que recebe “não”. No meu caso, como eu sempre quis muito, os “nãos” nunca foram motivos para eu pensar em desistir.

NaTelinha - Serão 24 meninas trancafiadas numa luxuosa mansão em São Paulo, por dois meses. O quanto isso pode mexer com elas e ser determinante para o sucesso ou fracasso?

Renata Kuerten -
O importante nessa fase é separar aquelas meninas que têm o “mind set” correto para ser modelo profissional. Todas elas são lindas e disso ninguém tem dúvida. Mas, como eu falo sempre, não basta ser bonita para ser modelo. Na casa estaremos observando quem demonstra ser profissional, quem aguenta a pressão, quem não deixa o sucesso subir à cabeça e acaba por se deslumbrar...
 
NaTelinha - Por fim, como está sendo apresentar sozinha o "Conexão Models", depois de dividir o "Chega Mais" com Matheus Mazzafera e Adriano Dória?

Renata Kuerten -
Aprendi muito com os dois. Infelizmente, chega uma hora que cada um segue o seu caminho. Matheus e Adriano estão tocando seus respectivos projetos e estão cada dia tendo mais sucesso. Eles me ajudavam bastante e dividiam a responsabilidade de conduzir o palco comigo. Agora eu tenho que carregar essa responsabilidade sozinha, mas acredito que tenho evoluído bastante.

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