Com câncer

Aos 32 anos, repórter da Globo descobre irmã em busca de doadora para transplante

Marina Alves, da TV Verdes Mares, está lutando contra o câncer


Marina Alves, repórter daTV Verdes Mares, e sua irmã, Lumara posando para selfie, de óculos e máscara
Marina Alves, repórter daTV Verdes Mares, e sua irmã, Lumara - Reprodução/Instagram
Por Redação NT

Publicado em 28/03/2022 às 15:25:00,
atualizado em 28/03/2022 às 15:47:50

Repórter da TV Verdes Mares, Marina Alves descobriu que não é filha única de forma inusitada. A funcionária da afiliada da Globo no Ceará compartilhou uma foto ao lado da irmã em seu perfil no Instagram e contou a história surpreendente. "No momento mais difícil da minha vida, enquanto procurava respostas para tudo que acontecia, Deus me presenteou da forma mais surpreendente possível. Dentre milhares de pessoas cadastradas no mundo inteiro para doação de medula óssea, a única compatível comigo é minha irmã. Sim! Descobri aos 32 anos, durante a luta contra o câncer, que não sou filha única", começou ela.

"A história por trás dessa descoberta é cheia de detalhes e envolve pessoas que não vou expor aqui. O que importa nesse momento é o laço forte que já estamos construindo e o propósito de Deus para nossas vidas", escreveu a jornalista, emocionada com o encontro.

Para finalizar a legenda, Marina se declarou à irmã. "Lumara, você trouxe luz para um momento sombrio e ajudou a resgatar a minha fé. As vezes fecho os olhos e imagino o momento em que vamos, juntas, abraçar o nosso pai (que não vê a hora de te conhecer) e celebrar a sua chegada com toda a família", agradeceu ela. 

"Esse é o maior tesouro da vida. Obrigada por existir."

Repórter passará por transplante após descobrir irmã compatível

Aos 32 anos, repórter da Globo descobre irmã em busca de doadora para transplante

Segundo o G1 do Ceará, a repórter Marina Alves passará por um transplante de medula no próximo dia 5. Ela foi diagnosticada com um linfoma em 2021 e durante todo esse tempo passou por tratamento com sessões de quimioterapia.

Para receber a doação, Marina precisou encontrar um doador compatível, raro entre pessoas que não são da família, e se surpreendeu ao descobrir que tem uma irmã que estava cadastrada no banco de doadores.

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