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5 reformas que deram errado no Caldeirão do Huck

Seja no Lar Doce Lar ou na Lata Velha, algumas reformas acabaram mal

5 reformas que deram errado no Caldeirão do Huck
As reformas que deram errado no Caldeirão do Huck - Foto: Reprodução

Publicado em 31/07/2020 às 08:40:00

Por: Rogério Frandoloso

Nos últimos 15 anos, Luciano Huck já realizou dezenas de reformas em carros e na casa de diversas pessoas espalhadas por todo o Brasil desde a estreia dos quadros Lar Doce Lar (2006) e Lata Velha (2005) em seu programa na Globo. Mas, às vezes, nem tudo saiu como deveria.

O NaTelinha foi em busca das reformas realizadas pelo  Caldeirão do Huck e que não saíram como o esperado, deixando o participante chateado com o resultado final ou criando problemas depois. Em 2020, o Caldeirão completa 20 anos na tela da Globo.

Confira:

Família Kirino

Um dos casos que mais chamou atenção na história do Caldeirão do Huck foi o da família Kirino, em 2013. Luciano Huck ajudou a família a organizar a casa e deixá-la linda. A bagunça em todos os cômodos foi o que mais chamou a atenção do apresentador.

Após reformar toda a casa, Huck prometeu que voltaria em 12 meses para conferir como estava o imóvel. O apresentador, no entanto, retornou ao local seis meses depois e descobriu que tudo estava pior do que antes.

Família Falcão

Outra reforma que chamou bastante a atenção foi a da família Falcão, dos dois irmãos lutadores que ganharam o Brasil e que mostraram o pai como referência. A forma humilde como eles viviam e treinavam despertou Luciano Huck, que decidiu ajudar.

A reforma feita em 2012 não agradou em nada Touro Moreno, pai dos atletas, que criticou Luciano Huck e disse que o ringue, onde eles lutavam, estava a céu aberto, atrapalhando o treinamento. "Eu fiquei fã dele. Eu fiquei triste. Resolveu reclamar de mim", disse Huck durante uma das edições depois da declaração de Touro.

"Demos o maior ringue para o cara", acrescentou Luciano. Ele ainda explicou para os irmãos que a academia, desejo do pai deles, não estava no combinado e que o ringue foi um bônus.

Dona Abigail e seus 57 filhos

Um dos casos mais emocionantes foi o da Dona Abigail, que havia adotado 51 filhos e por isso precisava de uma reforma dupla: uma no ônibus que usava para carregar toda a família e outra na casa, que já estava velhinha.

No combo, Abigail participou do Lar Doce Lar e do Lata Velha. As reformas ocorreram da melhor maneira possível, mas anos mais tarde surgiu a notícia de que o ônibus havia sido apreendido pela polícia por transporte irregular.

A imagem do veículo com uma faixa com a palavra escolar na lateral rodou os sites na internet. Abigail contou, depois de toda a polêmica, que havia vendido o ônibus pois boa parte dos seus filhos já estavam casados, sem necessidade de continuar com o meio de transporte. O rapaz que comprou o veículo era quem estava praticando o crime.

Lata Velha 1

Saindo de casas e indo para carros, em 2008 João Marcelo enviou uma carta para o programa Caldeirão do Huck onde pedia ajuda do apresentador para reformar o seu Opala verde, a quem chamava carinhosamente de Ogro. Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima eram amigos do participante e deram uma força.

Depois de um show de ópera do participante a pedido do apresentador, Marcelo viu como ficou o seu Opala 1979 e ficou chocado com o resultado. Dias depois ele recebeu o documento do carro, que indicava ser outro.

O participante tentou conversar com a produção do programa, mas como não obteve resposta positiva entrou com uma ação por danos morais e materiais contra a emissora. Marcelo perdeu o processo e teve que pagar os custos.

Lata Velha 2

Em 2009, Wagner Prado ganhou a chance de participar do Lata Velha e ter o seu Mavercik 1976 reformado por Luciano Huck. Além do carro reformado, o rapaz tinha o grande sonho de se tornar um lutador.

Wagner, que trocou o sobrenome Prado por Caldeirão tempos depois, recebeu o convite para treinar com o Minotouro na época. Mas a mudança no carro não agradou.

Ele disse que o Maverick não ficou como esperava e com problemas na parte mecânica, que o impedia de rodar com o carro. Afirmou que todas as vezes que tirou o veículo da garagem, precisou voltar de guincho.

"Cara, o Maverick é um caso assim, como eu posso falar…não ficou do jeito que todo mundo esperava. Tudo deu certo na minha vida depois do Lata Velha, só o carro que não. Ele ficou lindo, como todo mundo viu nos programas e nas fotos, mas andando não ficou daquele jeito não. Pra andar não está legal. Vou até mandar um Twitter pra ele [Luciano Huck] falando", disse Wagner ao UOL Esporte em 2013.

Mesmo assim, considerava Luciano Huck como padrinho e que tentou entrar em contato para reparos no carro, mas sem sucesso. Wagner seguiu na carreira de lutador, ganhando lutas no Brasil e fora, até ser convidado para fazer parte do UFC.  Assista a entrega do carro no Caldeirão:

 

 

 






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