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Rodrigo Sant'Anna estreia nova temporada de Tô de Graça: "Agradeço por ter vindo do subúrbio"

Comediante fala sobre a quarta temporada de Tô de Graça, que estreia nesta segunda

Rodrigo Sant'Anna estreia nova temporada de Tô de Graça:
Rodrigo Sant'Anna na quarta temporada de Tô de Graça, sitcom do Multishow

Publicado em 15/06/2020 às 17:30:35 ,
atualizado em 15/06/2020 às 17:37:21

Por: Redação NT

Rodrigo Sant’Anna assistirá à estreia da quarta temporada de Tô de Graça, nesta segunda-feira (15), ao lado de sua maior inspiração. Ele passa a quarentena cuidando da avó, Adélia, referência para criar a catadora de latinhas Graça, protagonista da série do Multishow.

No Instagram do comediante, a senhora de 94 anos já é um sucesso. Em entrevista exclusiva ao NaTelinha, Sant'Anna fala da influência da avó e antecipa outras novidades da sequência da sitcom.

"A Dona Graça é a criação da minha vivência, das minhas experiências com a minha avó, que está passando a quarentena comigo e é uma das minhas maiores inspirações. A personalidade e espontaneidade dela são muito parecidas com as da Graça. A maior novidade é o piscinão da Graça, e sua nova filha, Shubakira, que chega nesta temporada”, conta Rodrigo.

Rodrigo Sant'Anna é cria da zona norte

Cria da zona norte do Rio de Janeiro, Sant’Anna se orgulha de retratar o dia a dia das favelas em seu trabalho, e defende que o humor deve divertir sem desrespeitar o público.

“Jamais [vale] tudo pelo humor, vale tudo para alegrar as pessoas com respeito”, analisa. “Sou observador e agradeço por ter tido a possibilidade de ter vindo do subúrbio, do Morro dos Macacos. Acho que são lugares muito ricos de pessoas espontâneas e verdadeiras. Isso trouxe para mim, diante da minha observação, a possibilidade de absorver esse material e, hoje, dou vida a isso”, afirma ele.

Além da avó e da comunidade, Sant’Anna reverencia outros comediantes, da antiga e da nova geração, que o inspiram na carreira.

"Quando criança, eu via muito Os Trapalhões”, e fui trabalhar com o Renato Aragão. Chico Anysio, que é um criador de tipos para mim, é incrível. Amo Mr. Bean, do Rowan Atkinson, ele usa pouco texto, é muito corporal, e acho isso muito genial. Tem muita gente boa aqui da minha geração também, como Marcelo Adnet, Eduardo Sterblitch, Dani Calabresa, Tatá Werneck, uma galera boa no Brasil”, elenca.

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