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Provocação?

Internauta reclama de séries gays e Netflix responde: "Vou apoiar a comunidade LGBTQ+"

Plataforma usou redes sociais para defender a comunidade LGBTQ+ após ação de Bolsonaro

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Netflix defendeu os LGBTQ+ - Foto: Divulgação/Netflix
Redação NT

Publicado em 22/08/2019 às 10:55:00

Após o presidente Jair Bolsonaro informar que barrou projetos de séries voltados ao público LGBTQ+, resultando no pedido de demissão do Secretário Nacional de Cultura, Henrique Pires, a Netflix saiu em defesa da comunicada na última quarta-feira (21), rebatendo provocação de internautas.

“Gente, deixei cair aqui uma lista de séries e filmes MA-RA-VI-LHO-SOS sobre LGBTQ+. Ah, sim, lembrando que só assiste quem quer, tá?”, escreveu o gigante de streaming no seu perfil oficial do Twitter. Claro que a postagem ganhou milhares de curtidas, compartilhamentos e menções.

“Foi exatamente por isso que eu cancelei a Netflix”, disse um internauta. “Lembre do adágio: ‘Quem lacra não lucra’ Quer que desenhe?”, falou outro seguidor. De forma educada, a empresa não abaixou a cabeça e respondeu sem fazer qualquer cerimônia em prol dos LGBTQ+.

“Tudo bem, mas eu nunca vou deixar de apoiar a comunidade LGBTQ+”, disparou. Esse tuíte também ganhou milhares de curtidas e os fãs foram à loucura com o posicionamento da empresa.

“Você é linda. Conte comigo pra tudo”, postou um usuário. “Netflix Brasil, eu te amo tanto, com tanta força, que você não tem noção”, declarou uma segunda. “Deixa só eu arrumar um emprego e prometo que voltarei a assinar a Netflix”, pronunciou uma terceira.

O perfil da plataforma informou que obras como “Queer Eye, Special”, “Laerte-se”, “Elisa y Marcela” e “Grace & Frankie” são destinadas ao público LGBTQ+. O que mais chamou atenção é que a postagem veio logo após a decisão publicada no Diário Oficial da União.

O Governo Federal suspendeu um edital para obras dedicadas a comunidade, que seriam veiculadas em TVs públicas. O presidente Jair Bolsonaro já se posicionou sobre assunto e garantiu que a ANCINE (Agência Nacional do Cinema) financiará projetos que não desrespeitem os cristãos.

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