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Marco Pigossi fala sobre vontade de ter filhos: "Me assusta um pouco o mundo"

O ator se casou com o cineasta Marco Calvani em setembro de 2024


Marco Pigossi
Marco Pigossi abriu o jogo sobre a vontade de realizar o sonho de ser pai - Foto: Reprodução/Instagram

Casado com o cineasta Marco Calvani desde setembro de 2024 - eles começaram a namorar em 2021 -, Marco Pigossi revelou que sempre quis ser pai. O ator, que trabalhou com o marido no longa Maré Alta, porém, desconversou se o casal está buscando adotar uma criança.

"Sempre quis ser pai, sempre, desde menino. Sempre gostei de criança e tive essa vontade, muito mais por mim. Hoje em dia já não sei, não é agora. A diferença entre um casal homossexual e heterossexual é que não acontece por acidente. Tem que ser planejado", declarou Marco Pigossi em entrevista ao Gshow.

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O ex-global ressaltou o medo de colocar um filho no mundo nos dias atuais. "Tenho uma vontade muito grande que ainda carrego comigo, mas hoje em dia não sei, me assusta um pouco o mundo", comentou o artista.

"É muito mais a vontade que eu quero, de ser pai, do que realmente pensar em colocar uma pessoa no mundo no que ele está hoje. Pode ser que no futuro a gente planeje, mas hoje em dia ainda vamos criar outros filhos artísticos primeiro", explicou.

Marco Pigossi fala sobre filme com o marido

Marco Pigossi fala sobre vontade de ter filhos: \"Me assusta um pouco o mundo\"

No papo, Marco Pigossi comentou que atuar em um filme dirigido pelo marido teve o significado de uma "reforma íntima", uma vez que seu personagem, Lourenço, se apaixona por Maurice, vivido pelo ator norte-americano James Bland.

"Gosto da palavra celebração. Celebrar a liberdade do corpo, toque, nudez, é muito pessoal. Estava começando a viver esse momento com o próprio Marco quando começamos o filme. Minha relação com ele estava se desenvolvendo enquanto a gente fazia. Eu também estava me descobrindo sexualmente, meu corpo, parceria, amor, intimidade, toque. Eu e Lourenço passamos por muitas situações parecidas", disse.

"A gente diz que a arte cura. Não sei até que ponto se cura, a gente é criado e formatado dentro de uma sociedade homofóbica. Era muito mais do que é hoje, estamos em um lugar muito mais evoluído, mas venho de uma geração do pecado, família religiosa, do HIV, castigo divino. A gente cresce muito formatado para ser heteronormativo. É um processo de cura da própria homofobia internalizada", refletiu Pigossi.

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