Ex-comentarista da Jovem Pan está em lista de indiciados pela PF em inquérito de Bolsonaro
Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho é um dos alvos das autoridades
Publicado em 21/11/2024 às 16:21,
atualizado em 22/11/2024 às 12:05
Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho, ex-comentarista da Jovem Pan, aparece na lista dos alvos do inquérito que investiga a tentativa de golpe de Estado no fim do governo de Jair Bolsonaro (PL). Os 37 nomes foram divulgados pela Polícia Federal na tarde desta quinta-feira (21).
Neto do general João Batista Figueiredo, último presidente militar do Brasil após o golpe de 1964, o empresário ficou famoso quando passou a atuar como comentarista nos programas do canal de notícias e agora é suspeito de propagar desinformação golpista e antidemocrática.
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De acordo com o relatório do Supremo Tribunal Federal (STF), Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho teria integrado o núcleo responsável por incitar militares a aderirem ao golpe de Estado.
No fim de 2021, o blogueiro anunciou sua saída da Jovem Pan, alegando "divergências" e "incompatibilidade" com a direção de Jornalismo da emissora. "Comunico o encerramento das minhas relações com a Jovem Pan por divergências editoriais com o seu diretor de jornalismo. Vocês podem ter certeza, que, onde eu estiver, os meus comentários jamais sofrerão interferência de qualquer tipo. O meu compromisso é só com a verdade", disse ele.
PF conclui que Bolsonaro sabia de plano para matar Lula
A Polícia Federal concluiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tinha "pleno conhecimento" do plano de assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
O inquérito atinge também outros nomes do primeiro escalão do governo anterior, tais como o ex-ministros Augusto Heleno (GSI) e Braga Netto (Defesa), além do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e de Alexandre Ramagem, ex-diretor da ABIN.
No inquérito, a Polícia Federal investiga uma trama criminosa que planejava matar Lula, Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes. O objetivo era dar um golpe de Estado e manter Jair Bolsonaro na presidência da República. A ação foi orquestrada no início de novembro de 2022, logo após o 2º turno das eleições.
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