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Gloria Perez se manifesta após assassina de sua filha abrir queixa-crime: "Psicopata"

Autora relembrou a condenação de Paula pela morte de Daniella Perez

Gloria Perez, Guilherme de Pádua e Paula Thomaz
Gloria Perez, Guilherme de Pádua e Paula Thomaz - Foto: Montagem/Reprodução
Redação NT

Publicado em 25/02/2021 às 15:32:22,
atualizado em 25/02/2021 às 15:44:50

Gloria Perez se manifestou após saber que recebeu uma queixa-crime de Paula Thomaz, assassina de Daniella Perez. Em poucas palavras, a autora demonstrou incômodo ao saber do assunto e ainda relembrou um trecho da condenação usado pelo juiz do caso de sua filha.

Tudo começou quando a famosa decidiu criticar o fato de Paula tentar incluir a filha no meio artístico. Os comentários feitos por meio do Facebook foram usados como base para o registro do boletim de ocorrências, contra a global e alguns internautas.

Ao site Metrópoles, Perez voltou a opinar sobre isso e fez uma crítica direta a Thomaz. "Coisa de psicopata. Logo, é preocupante que essa mulher esteja tentando se introduzir, através da filha, em meu ambiente de trabalho. Quem corre risco sou eu”, disparou.

Assassinato de Daniella Perez

Em 1992, o Brasil inteiro ficou em choque com o a morte de Daniella Perez, que foi brutalmente assassinada por Guilherme de Pádua, seu colega de elenco da novela De Corpo e Alma, com golpes de tesoura. Paula, que na época era companheira do ator, também participou.

Relembrando o caso, Gloria justificou esse seu posicionamento atual usando um trecho da decisão do juiz José Geraldo Antônio, no dia 17 de maio de 1997, que condenou Paula pelo assassinato da jovem atriz. 

“A melhor descrição de Paula Peixoto (ex-Thomaz) é do juiz que a condenou: ‘A conduta da ré exteriorizou uma personalidade violenta, perversa e covarde quando contribuiu consciente e voluntariamente para destruir a vida de uma pessoa indefesa, sem nenhuma chance de escapar do ataque de seus algozes, pois, além da desvantagem na força física, o fato se desenrolou em local onde jamais se ouviria o grito desesperador e agonizante da vítima. Demonstrou a ré assim, ser uma pessoa inadaptada ao convívio social e com inegável potencial de periculosidade’”, escreveu.



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