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Coronavírus: Mion critica pessoas que seguem nas ruas e cita protesto pró-Bolsonaro

Ator se mostra preocupado com atitude das pessoas

 Coronavírus: Mion critica pessoas que seguem nas ruas e cita protesto pró-Bolsonaro
Marcos Mion e Jair Bolsonaro - Foto: Montagem/Reprodução

Redação NT

Publicado em 16/03 às 17:13:21

Nesta segunda-feira (16), o apresentador Marcos Mion usou as redes sociais para abordar novamente o assunto coronavírus. Desta vez, ele se mostrou um pouco irritado com as pessoas que continuam indo às ruas, mesmo com todo o risco que isso tem no momento.

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Ao citar exemplos de locais onde as pessoas continuaram se aglomerando, ele até citou os protestos que foram feitos no último domingo (15), à favor de Jair Bolsonaro. "Me assustou muito as pessoas nas passeatas, nos shows, parques. Quem for comentar que é um exagero, só promete que volta daqui três semanas para comentar de novo, ok? Só para eu me sentir como os cientistas dos filmes!", escreveu.

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Continuando o texto, ele explicou de forma detalhada o motivo da necessidade de acontecer esse isolamento, e pediu aos seguidores que colaborassem com isso. "Duas, no máximo três semanas. Esse é o tempo que temos para estancar a curva de crescimento e não superlotar os hospitais, não fazer nosso sistema de saúde entrar em colapso. Como? Ficando em casa, cortando convívio social. E se for necessário sair, seja para algo importante ou para trabalhar, que seja com toda cautela e álcool gel no bolso. Ou luvas cirúrgicas. Seguindo as regras de segurança", comentou.

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Marcos Mion critica pessoas que não estão seguindo recomendações sobre o coronavírus

Muitas medidas vem sendo anunciadas constantemente por vários veículos de comunicação, com o intuito de deixar a população muito bem informada, e evitar que o vírus se espalhe tanto.

Preocupado, o contratado da Record TV tentou chamar atenção daqueles que não estão seguindo nada disso. "Quando começar a morrer gente no corredor dos hospitais aqui no Brasil, lembrem onde vocês estavam e o que estavam fazendo nessas 2, 3 semanas que temos para evitar essa situação", concluiu.

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