Ô Coitado

Eterna Filó, Gorete Milagres desabafa: "A carreira de atriz é de altos e baixos"

Atriz ganhou fama com personagem de A Praça é Nossa

Eterna Filó, Gorete Milagres desabafa:
Gorete Milagres falou sobre a carreira - Foto: Divulgação

Publicado em 22/01/2020 às 11:45:09

Por: Redação NT

Gorete Milagres reconhece as dificuldades da vida de atriz. Prestes a completar 25 anos com seu papel mais importante na carreira, a Filó, que ganhou fama como personagem de A Praça é Nossa, a atriz lembrou da importância de lidar com as frustrações da profissão em entrevista para a jornalista Patrícia Kogut.

Filha de Gorete, Alice Milagres seguiu o mesmo caminho da mãe e as duas até atuaram no mesmo projeto, Malhação: Vidas Brasileiras, quando comentou sobre as dificuldades do mercado de trabalho. Ela então fez questão de tentar acalmar a jovem.

"Ela disse para mim: 'Mãe, imagino para você o quanto é frustrante. Em todo trabalho, você arrasa, fez muito sucesso na carreira. E você está neste momento como o meu'. Eu digo: 'Alice, estou de boa. Fiz meu pé de meia, vou levando a minha vida'. A gente tem que saber lidar com as frustrações. Não podemos deixar que elas nos façam desistir dos sonhos. A carreira de atriz é de altos e baixos", contou.

Gorete Milagres foi projetada para o sucesso em meados dos anos 90, quando criou a personagem Filomena, detentora do bordão "Ô Coitado". Assim que apareceu em A Praça é Nossa, ganhou fama e fez inúmeros fãs, virando um fenômeno da TV a tal ponto do SBT estrear uma série própria que contava com nomes como Moacyr Fraco.

Gorete Milagres homenageia Filó

E por falar em carreira, a atriz está homenageando sua personagem mais importante. Ela criou uma peça que conta um pouco da trajetória de Filomena. "A peça se chama '25 anos de peleja'. Neste mês, o espetáculo estará em Belo Horizonte e, depois, irá para o Nordeste. A personagem relembra a fase em que saiu da roça e segue falando de sua vida até o momento atual", explica.

E Gorete mostra que Filó se tornou uma empreendedora no atual momento do mercado brasileiro. "Ela monta uma empresa, depois um aplicativo. E só não está entre os milhões de desempregados porque é uma lutadora. Está ralando, pelejando", conta




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