Novo formato

Erick Jacquin brinca sobre novo MasterChef: "A gente não se beija, é mais sem graça"

MasterChef estreia na próxima terça-feira (14) na Band

Erick Jacquin lamenta não poder abraçar e beijar no novo MasterChef - Reprodução
Por Thiago Forato

Publicado em 08/07/2020 às 06:01:00

O chef Erick Jacquin, um dos jurados do MasterChef Brasil, enxergou alguns pontos negativos na nova dinâmica do reality, que estreia temporada inédita na próxima terça-feira (14) na Band. "Parece MasterChef da Europa que a gente não se beija, é mais sem graça", brincou ele sobre o formato que coloca oito participantes todas as semanas com um campeão e que pode perdurar até o final do ano.

A diretora do reality, Marisa Mestiço, lembrou que a pandemia do novo coronavírus começou no processo de pré-produção. "Tivemos que rever como faríamos essa temporada acontecer. Além das medidas de segurança, criamos uma comissão disciplinar e fizemos adaptações. E no formato, já queria fazer uma proposta mais popular, uma comida mais caseira. Então, a minha adaptação basicamente foi contextualizar para manter a segurança e trazer os aditivos", esclareceu ela durante coletiva virtual realizada na última terça (15).

Questionado sobre o que não pode faltar em um MasterChef, Jacquin respondeu: "Cozinha". Os colegas, no entanto brincaram: "O 'tompêro'". Ele entrou na onda e repetiu a palavra: "O tempero. Tem tudo esse MasterChef. Não faltou nada. Tem os competidores, a cozinha, o tempero e o tempero do MasterChef, a energia do MasterChef".

A questão sobre o Mestre do Sabor foi levantada, já que a Globo, desde o ano passado, resolveu investir nesse filão. Para alguns até tardiamente. Marisa enfatizou que o MasterChef é pioneiro: "A verdade é que temos mais experiência que todos eles [concorrentes]. É natural que tenhamos uma relação saudável, apesar de sermos programas diferentes. A gente estreou em 2014, e já provamos de tudo".

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A química do MasterChef

Ana Paula Padrão falou sobre a química entre ela e os jurados e pontuou que isso é raro: "A gente deu a mãozinha, naquela época podia dar [quando estreou, em 2014], e esperar o que viria depois. E a gente foi aprendendo a fazer junto com as pessoas em casa. Tem muito respeito, generosidade, é o grande segredo dessa manutenção até hoje".

A diretora do MasterChef vê essa temporada como desafio e quer superar as anteriores: "A gente acredita que é uma temporada especial. É a relação da solidariedade. É uma preocupação que eu já tinha de trazer um engajamento social. Esse momento da pandemia pra mim é conseguir manter um ambiente seguro. É a minha meta, para o meu elenco e de todos que trabalham com a gente, é uma engrenagem grande".

"E transformar essa peculiaridade. É um desafio muito interessante. Estamos na 12ª temporada e já fizemos tudo. Trouxemos o que o Brasil não conhecia dentro do próprio Brasil", continuou.

Paola Carosella falou sobre a construção do trabalho de jurada e frisou: "Saber cozinhar não significa saber julgar um prato. Tem algo que nos ajuda muito sempre, que é que a gente não julga pessoas, a gente julga pratos. É bom ou ruim? Ontem deu pra ver que ela [uma participante] cozinhava muito, mas deu pra ver que ela cozinhou algo extremamente salgado. E vai ter que ir embora. Passou sal pra caramba. Precisa ser um bom cozinheiro. E precisa de uma dose de sorte".

O MasterChef Brasil estreia na próxima terça-feira (14), às 22h45, na Band.

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