Brenda de As Aventuras de Poliana

Flávia Pavanelli diz que nunca havia lido um roteiro na vida: "Tudo é um desafio"

Influenciadora digital começou na internet em 2013

Flávia Pavanelli em As Aventuras de Poliana - Divulgação/SBT
Por Redação NT

Publicado em 29/06/2020 às 09:52:01

Influenciadora digital com mais de 5 milhões inscritos no YouTube e quase 18 milhões de seguidores no Instagram, Flávia Pavanelli faz carreira na internet há sete anos, mas somente em 2018 se tornou um rosto conhecido em todo o país. Ela é Brenda em As Aventuras Poliana, no SBT, mas diz que antes deste trabalho, nunca havia lido um roteiro.

Aos 22 anos, ela conta à revista Quem começou a modelar com 6 e já sabia o que queria. Quando completou 13 anos, passou a acompanhar a internet, e logo aos 15, começou a fazer tutoriais de maquiagem. "Assistia muito Mari Saad, Nina Secrets, Alice Salazar e Camila Coelho, relembra.

Foi há dois anos que aceitou um dos maiores desafios (ou o maior) profissionais da carreira, ao ingressar em uma novela no SBT, com alcance nacional. "Entrei nova na carreira e me dediquei, porque não é fácil. Fiquei dois, três anos, batalhando porque precisava estudar. É muito difícil fazer os dois muito bem ao mesmo tempo", disse.

"Tive dias que não rendi muito bem, mas percebi que precisava agarrar a oportunidade, porque muitas pessoas queriam estar noe meu lugar. Nunca tinha visto um roteiro. Nunca tive facilidade de decorar as coisas, tudo é um desafio", orgulha-se ela.

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O desafio também nos palcos

Flávia relata que teve que aprender a falar seu texto andando, porque só conseguia fazer uma coisa por vez. "Hoje, amo o que faço e fico à vontade, a não ser que seja uma cena bem difícil", explica.

Em 2019, encarnou a personagem Olívia na peça de teatro O Jardim dos Sonhadores. "Foi um desafio imenso. Pra mim, tudo é muito novo até hoje. Graças a Deus, tive outras experiências, como a novela, e isso me ajudou ter a uma base para o restante. Nunca imaginei decorar uma hora de peça na minha cabeça", contou.

O fato de encarar a plateia também não foi fácil: "Para mim, o principal desafio foi encarar o público frente a frente. Falar em público é difícil. Sentia dificuldade, na época da escola, até de apresentar trabalhos. Com câmera, não tenho vergonha. Mas comecei a trabalhar isso por causa dos eventos. Até hoje sou assim, mas sinto que já evoluí. No teatro, finjo que tem uma tela na minha frente, não percebo o público".

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